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Verbetes publicados na Politipédia AVM, em ordem cronológica reversa. No momento, 442 verbetes compõem o acervo.
Abril de 2026
Lote fundacional de abertura da Politipédia AVM: marketing político, marketing eleitoral e os primeiros 440 verbetes da arquitetura conceitual do método Imersão Eleições.
- Woile Guimarães — História e Escolas
Woile Guimarães é publicitário paulista, integrante da coordenação publicitária da campanha de Gilberto Kassab à Prefeitura de São Paulo em 2008 — primeira campanha brasileira a montar um time digital dedicado. - Talk Interactive — História e Escolas
Talk Interactive é a agência digital catarinense, sediada em Florianópolis, contratada para conduzir a frente digital da campanha de Gilberto Kassab à Prefeitura de São Paulo em 2008 — primeira campanha brasileira a montar um time digital dedicado, com cerca de 25 profissionais. - Paulo Kobayashi — História e Escolas
Paulo Kobayashi é integrante da coordenação publicitária da campanha de Gilberto Kassab à Prefeitura de São Paulo em 2008 — primeira campanha brasileira a montar um time digital dedicado, com cerca de 25 profissionais. - Luiz Gonzales — História e Escolas
Luiz Gonzales é publicitário paulista, integrante da coordenação publicitária da campanha de Gilberto Kassab à Prefeitura de São Paulo em 2008 — primeira campanha brasileira a montar um time digital dedicado. - Media training político — Mídia Tradicional e Debates
Media training político é o treinamento sistemático para que candidato, gestor público ou porta-voz performe bem em entrevista, debate, sabatina e crise. Trabalha postura, voz, gestualidade, técnica de mensagem-chave, gerência de pergunta hostil e ponte (bridge) para o discurso planejado. - LGPD eleitoral — Legislação Eleitoral
LGPD eleitoral é a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) ao tratamento de dados pessoais por candidatos, partidos e fornecedores de campanha. Define bases legais, dever de informação ao titular, papel do controlador e operador, e responsabilização por uso indevido — em interação com a regulação eleitoral do TSE. - Desinformação e Desinformação no Comportamento do Eleitor — Comportamento do Eleitor
Desinformação é conteúdo falso ou distorcido produzido e disseminado com potencial de influenciar decisões públicas, incluindo o voto. - Redemocratização e o marketing político — História e Escolas
Redemocratização (1979-1989) é o período de transição democrática em que o marketing político brasileiro passou de campo amador a ofício estruturado. Articula Diretas Já, Tancredo no Colégio Eleitoral 1985, e a primeira eleição direta para presidente em 1989. - Planejamento de campanha — Pré-campanha e Planejamento
Planejamento de campanha é o documento estratégico que articula diagnóstico, posicionamento, mensagem, estrutura e cronograma. Sem ele, a campanha opera por improviso — e improviso em campanha cobra preço alto. - Pesquisa eleitoral — Pré-campanha e Planejamento
Pesquisa eleitoral é o conjunto de métodos para mapear cenário, eleitor e dinâmica de uma disputa. Articula pesquisa quantitativa, qualitativa, tracking e pesquisa de debate. Insumo central da decisão estratégica em campanha. - Natália Mendonça — História e Escolas
Natália Mendonça é consultora brasileira de marketing político, cofundadora da Vitorino & Mendonça e da Academia Vitorino & Mendonça (AVM). Eleita Gerente de Campanha do Ano 2025 no Napolitan Victory Awards pela coordenação operacional da campanha de David Almeida em Manaus 2024. Coautora do livro Seja Vereador (2024) e referência em gestão e operação de campanha. - Desinformação e Desinformação no Comportamento do Eleitor — Comportamento do Eleitor
Desinformação é conteúdo falso ou distorcido produzido e disseminado com potencial de influenciar decisões públicas, incluindo o voto. - Mídia de intenção — Conteúdo, Canais e Redes
Mídia de intenção é a categoria de mídia cuja função é converter atenção prévia em ação concreta — clique, cadastro, mobilização, voto. Atua no fundo do funil eleitoral, em oposição à mídia de atenção, que opera no topo. - Mídia de atenção — Conteúdo, Canais e Redes
Mídia de atenção é a categoria de mídia cuja função primária é capturar a atenção do eleitor — gerar alcance, descoberta e familiaridade. Opera no topo do funil eleitoral, em oposição à mídia de intenção, voltada à conversão. - Renato Pereira — História e Escolas
Renato Pereira é marqueteiro carioca com mais de duas décadas de carreira, fundador da consultoria Triton. Portfólio que atravessa diferentes campos ideológicos no Brasil e na América Latina, com 25 disputas eleitorais e 19 vitórias. Em 2026, coordenará a campanha presidencial de Romeu Zema (Novo). - Marcello Faulhaber — História e Escolas
Marcello Faulhaber é marqueteiro carioca com longa trajetória que articula a complexidade da política do Rio. Coordenou a vitoriosa campanha de Crivella 2016 (reta final), depois migrou para Eduardo Paes em 2020 (vitória) e 2024 (reeleição em primeiro turno com mais de 60%). - Felipe Soutello — História e Escolas
Felipe Soutello é marqueteiro paulista com perfil tucano consolidado. Coordenou as campanhas vitoriosas de Bruno Covas em 2020 (Prefeitura de SP), Simone Tebet em 2022 (Senado e candidatura presidencial pelo MDB) e José Luiz Datena em 2024 (Prefeitura de SP). - Duda Lima — História e Escolas
Eduardo Duda Lima é marqueteiro paulista de Mogi das Cruzes, farmacêutico de formação, indicado por Valdemar Costa Neto. Coordenou Tiririca em 2010, Russomanno 2016, Bolsonaro 2022, Nunes 2024 e o vídeo viral de Nikolas Ferreira sobre o Pix em 2025. Trajetória atípica de portfólio popular e conservador articulado com base partidária forte. - Case: Tancredo 1985 (Colégio Eleitoral) — Cases
Em 15 de janeiro de 1985, Tancredo Neves foi eleito presidente pelo Colégio Eleitoral com 480 votos contra 180 de Paulo Maluf, em primeira posse civil de um presidente brasileiro desde 1961. A operação de comunicação, coordenada por Mauro Salles, articulou três frentes simultâneas e marca a profissionalização da comunicação de campanha em escala nacional. - Case: Lula 2006 — Reeleição sob o Mensalão — Cases
A reeleição de Lula em 2006 ocorreu em cenário catastrófico para o PT, com o escândalo do Mensalão em pleno andamento. João Santana, ex-sócio de Duda Mendonça e fundador da Polis em 2002, articulou três pilares estratégicos que produziram vitória com 60,83% no segundo turno contra Geraldo Alckmin. - Case: Lula 1989 — O jingle Lula Lá — Cases
A primeira candidatura presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva em 1989 articulou mobilização militante de massa, identidade visual padronizada e o jingle Lula Lá / Sem Medo de Ser Feliz, composto por Hilton Acioli sob coordenação de Paulo de Tarso Santos. É até hoje o jingle político mais reconhecido na história brasileira. - Case: Kertész 1985 (Salvador) — Cases
A campanha de Mário Kertész à Prefeitura de Salvador em 15 de novembro de 1985, conduzida por Duda Mendonça, foi a estreia do marqueteiro em escala nacional e fundou o marketing político brasileiro contemporâneo. Primeira aparição do coração como marca gráfica de candidato, com slogan Deixa o coração mandar. Vitória com mais de 61% dos votos válidos sobre Edvaldo Brito (apoiado por ACM). - Case: Collor 1989 — A fundação televisiva — Cases
A eleição presidencial de 1989 foi a primeira disputa direta para o cargo desde 1960. Fernando Collor de Mello, governador de Alagoas pelo PRN, venceu Lula no segundo turno com 53,03% dos votos válidos em 17 de dezembro de 1989. Caso paradigmático de candidato fabricado pela televisão, com a alcunha caçador de marajás como núcleo narrativo. - Augusto Fonseca — História e Escolas
Augusto Fonseca é marqueteiro mineiro da MPB Estratégia & Criação. Atuou ao lado de Nizan Guanaes em FHC 1994 e 1998, integrou a equipe de Duda Mendonça em Lula 2002, e coordenou a campanha presidencial inicial de Lula em 2022 antes de ser substituído por Sidônio Palmeira em abril. - Wilson Gomes — Fundamentos e Teoria
Wilson Gomes é doutor em filosofia, professor titular da UFBA, fundador do CEADD (Centro de Estudos Avançados em Democracia Digital) e coordenador do INCT.DD (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital). É referência maior nos estudos brasileiros sobre comunicação política, mídia e democracia digital. - Sidônio Palmeira — História e Escolas
Sidônio Palmeira é publicitário baiano, fundador da agência Leiaute, que coordenou as campanhas vitoriosas de Jaques Wagner ao governo da Bahia em 2006, Rui Costa em 2010 e 2014, e Lula à Presidência em 2022. Foi nomeado ministro da Secretaria de Comunicação Social do governo Lula em janeiro de 2025. - Sete fases do marketing político brasileiro — História e Escolas
A história do marketing político brasileiro pode ser organizada em sete fases distintas, cada uma marcada por combinação específica de tecnologia, marco regulatório, financiamento, atores hegemônicos e gramática comunicacional dominante. Da era do rádio (1930) à fase híbrida acelerada por IA (2022-). - Resolução TSE 23.732/2024 (IA em campanhas) — Legislação Eleitoral
A Resolução TSE 23.732/2024, publicada em 27 de fevereiro de 2024, é peça central da regulação eleitoral brasileira contemporânea. Regulamenta uso de inteligência artificial em propaganda eleitoral. Estabelece três regras-chave: identificação obrigatória de conteúdo IA, vedação de deepfakes e quarentena digital de 72 horas antes da votação. - Reposicionamento de candidato — Estratégia e Narrativa
Reposicionamento de candidato é a técnica de virada do teto eleitoral cristalizado via construção paciente de novo personagem coerente. Exige pesquisa qualitativa profunda, peça política substantiva, vice estratégico e produção cinematográfica de qualidade. O caso paradigmático brasileiro é Lula 2002 sob Duda Mendonça. - Rafael Marroquim — História e Escolas
Rafael Marroquim é jornalista pernambucano e coordenador da estrutura de comunicação digital da prefeitura de João Campos no Recife. Sua operação tornou Recife paradigma da prefeitura nativa digital no Brasil. Trajetória articula passagem pelo PSB de Eduardo Campos e atuação contemporânea como referência brasileira em comunicação de mandato. - Quaest — Pesquisa e Inteligência
Quaest é instituto brasileiro de pesquisa eleitoral fundado em 2016 pelo cientista político Felipe Nunes (UFMG) e a estrategista Renata Salvo. Cresceu rapidamente nos últimos anos e se tornou um dos principais referenciais do mercado, com pesquisa Genial/Quaest semanal. Patenteou o Índice de Popularidade Digital e cunhou o conceito de calcificação eleitoral. - Polis Comunicação e Marketing — História e Escolas
Polis Comunicação e Marketing é agência brasileira fundada em 2002 por João Santana e Mônica Moura. Coordenou as campanhas presidenciais vitoriosas de Lula 2006, Dilma 2010 e 2014, além de portfólio internacional extenso. A operação caiu na 23ª fase da Operação Lava Jato em fevereiro de 2016. - Polarização afetiva — Comportamento do Eleitor
Polarização afetiva é fenômeno em que a divisão política se sustenta menos em divergência programática e mais em rejeição emocional intensa ao grupo adversário. Conceito desenvolvido por Shanto Iyengar e Lilliana Mason e aplicado ao Brasil contemporâneo para explicar a calcificação do eleitorado entre lulismo e bolsonarismo. - Plano Real e o marketing político — História e Escolas
O Plano Real, lançado em 1º de julho de 1994, é o caso brasileiro paradigmático de marketing eleitoral subordinado à entrega de política pública. A estabilização monetária reorganizou o terreno político em poucas semanas e elegeu FHC em primeiro turno com 54,28% dos votos válidos. - Operação Lava Jato e o marketing político — História e Escolas
A Operação Lava Jato (2014-2021) atingiu o mercado de marketing político brasileiro de forma estrutural. Em fevereiro de 2016, a Operação Acarajé (23ª fase) prendeu João Santana e Mônica Moura. Duda Mendonça foi atingido nos meses seguintes. As condenações foram anuladas em 2023-2024 por decisões de Edson Fachin e Dias Toffoli, mas o impacto sobre o mercado foi permanente. - Oito eixos metodológicos do marketing político brasileiro — História e Escolas
A organização do mercado por eixos metodológicos rompe com a tradição de classificar profissionais por escolas geográficas. A pergunta orientadora é: como o profissional brasileiro contemporâneo se posiciona em relação aos saberes, técnicas e ferramentas disponíveis? Os oito eixos: televisivo-dramatúrgico, pesquisa, acadêmico, profissional-prático, digital-formador, mobilização e campanha permanente, dados e reputação, jurídico-regulatório. - Nizan Guanaes — História e Escolas
Nizan Mansur de Carvalho Guanaes Gomes é publicitário baiano, fundador da DM9 paulista (1989) com Guga Valente, depois da Africa, do Grupo ABC e do Grupo Dreamers. Mais publicitário comercial que marqueteiro político, teve papel determinante nas campanhas de Collor 1989 e FHC 1994/1998. Autor da frase célebre Enquanto eles choram, eu vendo lenços. - Mônica Moura — História e Escolas
Mônica Moura é sócia paritária de João Santana na Polis Comunicação e Marketing desde 2002. Em todas as campanhas internacionais e brasileiras a partir de 2006, atuou como operadora central da estrutura. Foi presa em fevereiro de 2016 e firmou delação premiada que revelou pagamentos de cerca de US$ 35 milhões pela campanha de Hugo Chávez em 2012. - Modelo Discord-Pix — Conteúdo, Canais e Redes
Modelo Discord-Pix é a estrutura operacional digital introduzida pela campanha de Pablo Marçal em São Paulo 2024. Servidor de Discord com 152 mil membros e 4 mil produtores ativos pagos via Pix por produção e disseminação de cortes virais, com mais de 2 bilhões de visualizações no TikTok antes da suspensão pelo TRE-SP. - Microtargeting eleitoral — Conteúdo, Canais e Redes
Microtargeting eleitoral é a técnica de segmentação do eleitorado em microgrupos com base em dados (demográficos, comportamentais, psicográficos) e entrega de mensagens customizadas para cada microgrupo. Originalmente desenvolvido pelas campanhas de Obama 2008 e 2012, popularizado em versão controversa por Cambridge Analytica. No Brasil, regulado por LGPD e Resolução TSE 23.732/2024. - Mauro Salles — História e Escolas
Mauro Salles (1932-2017) foi decano da publicidade brasileira e elo direto entre a publicidade comercial e a comunicação política institucional moderna. Ex-diretor de jornalismo da TV Globo em sua fundação em 1965, fundador da MPM Propaganda, coordenou a comunicação de Tancredo Neves no Colégio Eleitoral em 1985. - Maurício Moura — História e Escolas
Maurício Moura é economista brasileiro formado na PUC-Rio, com doutorado e atuação como professor da George Washington University. Fundou em 2011 a Ideia Big Data, instituto pioneiro na aplicação de big data eleitoral no Brasil. Autor de A Eleição Disruptiva (2018) e Voto a Voto (2022). Sócio-fundador do Gauss Zaftra. - Mário Rosa — Reputação, Ataque e Crise
Mário Rosa é jornalista brasileiro com formação na UnB e dois prêmios Esso, pioneiro do campo de gestão de crise reputacional no Brasil. Trabalhou para FHC, Lula, Renan Calheiros, Maluf, José Serra, JBS, CBF, OAS, Camargo Corrêa. Autor da quadrilogia que estabeleceu o vocabulário brasileiro da gestão de crise. - Marie Santini — Fundamentos e Teoria
Marie Santini é pesquisadora brasileira da UFRJ, coordenadora do NetLab — laboratório especializado em monitoramento de plataformas digitais e desinformação. Produz relatórios técnicos para o TSE, CPMIs e organizações internacionais. Referência brasileira em mapeamento de operações coordenadas de manipulação digital. - Marcos Aurélio Carvalho — História e Escolas
Marcos Aurélio Carvalho é o fundador da agência AM4, em Barra Mansa-RJ. Coordenou a operação digital formal da campanha de Jair Bolsonaro em 2018, rompeu com Carlos Bolsonaro e migrou para o PT em 2022, atuando na sala de guerra contra desinformação da campanha de Lula. Em 2026, voltou a se aproximar do bolsonarismo via Flávio Bolsonaro. - Marcelo Vitorino — História e Escolas
Marcelo Vitorino é consultor brasileiro de marketing político, sócio-fundador da Vitorino & Mendonça e da Academia Vitorino & Mendonça. Atua na frente digital desde a campanha de Gilberto Kassab em 2008 e formulou em 2012 a tese de que internet em campanha mobiliza, não replica TV. Coordenou mais de 40 campanhas, formou mais de 20 mil profissionais e foi listado pela Washington COMPOL entre os 100 consultores políticos mais influentes do mundo em 2024 e 2025. - Lulinha Paz e Amor — Estratégia e Narrativa
Lulinha Paz e Amor é o nome popular dado à operação de reposicionamento de candidato construída por Duda Mendonça para a campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002. Em vez do Lula combativo das três campanhas anteriores, a operação apresentou um Lula sereno, conciliador, moderado, capaz de neutralizar o medo do eleitor de centro. - Lei Falcão (1976) — Legislação Eleitoral
Lei Falcão é o nome popular da Lei 6.339, de 1º de julho de 1976, em referência ao ministro da Justiça Armando Falcão. Foi resposta direta do regime militar à vitória oposicionista do MDB nas eleições de 1974, asfixiando a propaganda eleitoral em rádio e TV ao reduzi-la ao formato mais minimalista possível. - Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) — Legislação Eleitoral
A Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, conhecida como Lei das Eleições, é a norma central que rege a atividade eleitoral brasileira contemporânea. Sancionada por FHC, consolidou em diploma único matérias antes dispersas e refundou o sistema eleitoral brasileiro pós-1988. Sofreu múltiplas alterações, entre as mais relevantes Lei 11.300/2006, Lei 12.034/2009, Lei 13.488/2017. - João Santana (marqueteiro) — História e Escolas
João Cerqueira de Santana Filho (Tucano-BA, 1953) é um dos marqueteiros mais influentes do marketing político brasileiro e latino-americano. Sócio com Mônica Moura da Polis Comunicação e Marketing, conduziu campanhas vitoriosas de Lula 2006, Dilma 2010 e 2014, Hugo Chávez 2012, Maduro 2013 e Danilo Medina 2012 e 2016. Sua trajetória combina sequência de vitórias com epicentro na Operação Lava Jato. - Janonismo cultural — Conteúdo, Canais e Redes
Janonismo cultural é a designação dada ao método digital articulado por André Janones na campanha de Lula em 2022, em paralelo à operação de Sidônio Palmeira. Combina humor, agressividade calculada, ironia e mobilização afetiva intensa em escala digital, com foco em resposta rápida à desinformação e viralização de cortes pró-Lula. - IPESPE — Pesquisa e Inteligência
IPESPE (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas) é instituto brasileiro de pesquisa eleitoral e de opinião pública presidido pelo sociólogo Antonio Lavareda. Atua em mais de 90 campanhas majoritárias no Brasil, com operações em Portugal e Bolívia. Pioneiro brasileiro no uso de neurociência aplicada à comunicação política via NeuroLab. - Felipe Nunes — História e Escolas
Felipe Nunes é cientista político brasileiro, professor da UFMG, doutor pela UCLA. Fundador e CEO da Quaest, instituto que se tornou referência em pesquisa eleitoral brasileira contemporânea. Patenteou o Índice de Popularidade Digital (IPD) e cunhou com Thomas Traumann o conceito de calcificação para descrever o eleitorado brasileiro polarizado. - Ecossistema bolsonarista digital — Conteúdo, Canais e Redes
Ecossistema bolsonarista digital é a rede informal de mobilização articulada entre 2014 e 2018 que combina canais de YouTube, grupos de WhatsApp, lideranças religiosas, articulações em quartéis e bases evangélicas. Articulou a vitória de Bolsonaro em 2018 e segue ativo, com mutações para 2026 sob a inelegibilidade do ex-presidente. - EC 97/2017 — Reforma eleitoral — Legislação Eleitoral
A Emenda Constitucional nº 97, de 4 de outubro de 2017, é peça central da refundação do sistema eleitoral brasileiro pós-Lava Jato. Vedou coligações em eleições proporcionais, instituiu cláusula de desempenho gradual para acesso a Fundo Partidário e tempo de TV, e formalizou o FEFC. - Duda Mendonça — História e Escolas
José Eduardo Cavalcanti de Mendonça (1944-2021), o Duda Mendonça, foi o publicitário baiano que profissionalizou o marketing político brasileiro contemporâneo. Estreou em escala nacional com Mário Kertész em Salvador em 1985, elegeu Maluf prefeito de São Paulo em 1992 e Lula presidente em 2002 com a operação Lulinha Paz e Amor. Sua trajetória combina obra técnica seminal e controvérsia jurídica que marcou seus últimos quinze anos de vida. - Diretas Já (1983-1984) — História e Escolas
Diretas Já é o nome popular da campanha pela emenda Dante de Oliveira, que pretendia restabelecer eleições diretas para presidente, entre 1983 e 1984. Embora a emenda tenha sido derrotada, o movimento criou a gramática visual e emocional da política brasileira pós-1964. Comícios massivos, camiseta amarela, slogan unificador e participação de artistas, intelectuais e políticos. - Datafolha — Pesquisa e Inteligência
Datafolha é instituto brasileiro de pesquisa de opinião pública fundado em 1983 dentro do jornal Folha de S.Paulo. Tem a maior credibilidade institucional na imprensa nacional, com série temporal desde 1989. Metodologia predominantemente presencial, com amostras estratificadas e por cotas. Sua divulgação pauta a semana política. - Comunicação de mandato — Comunicação de Governo e Mandato
Comunicação de mandato é a operação contínua de comunicação institucional articulada com a gestão pública durante todo o período do mandato eletivo. Diferentemente da campanha eleitoral episódica, opera 365 dias por ano. É frente decisiva da campanha permanente brasileira contemporânea. - Chico Santa Rita — História e Escolas
Francisco de Assis Santa Rita, conhecido como Chico Santa Rita, é marqueteiro pernambucano da geração da redemocratização. Coordenou mais de 150 campanhas e a campanha vitoriosa do Não no referendo do desarmamento de 2005. Autor de Batalhas Eleitorais e outras obras canônicas do mercado. - Case: Referendo do desarmamento (2005) — Cases
Em 23 de outubro de 2005, o Brasil realizou referendo sobre o comércio de armas de fogo e munição. O Sim chegou a liderar com 65% nas pesquisas; perdeu para o Não com 36,06% contra 63,94% dos votos válidos. O caso é estudo obrigatório de virada eleitoral, mobilização sistemática versus campanha midiática hegemônica, e prefigura a operação bolsonarista de 2018. - Case: Pablo Marçal 2024 — Modelo Discord-Pix — Cases
Case Pablo Marçal na disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2024 introduziu inovação metodológica no mercado brasileiro: o modelo Discord-Pix. Servidor de Discord com 152 mil membros, 4 mil produtores ativos pagos via Pix por cortes virais, e mais de 2 bilhões de visualizações no TikTok antes da suspensão pelo TRE-SP por abuso de poder econômico. - Case: Lula 2022 — A virada de Sidônio — Cases
Case Lula 2022: a quarta vitória presidencial petista foi conquistada por margem mínima (50,9% a 49,1%) em eleição mais apertada da redemocratização. Sidônio Palmeira substituiu Augusto Fonseca em abril e articulou operação que combinou HGPE de qualidade publicitária, mobilização cultural ampla, presença digital sofisticada e o janonismo cultural de André Janones. - Case: Lula 2002 — A esperança vence o medo — Cases
Case Lula 2002 é considerado o trabalho mais consequente do marketing político brasileiro. Coordenado por Duda Mendonça, transformou um candidato com teto eleitoral cristalizado em torno de 30% em presidente eleito com 61,27% dos votos válidos no segundo turno. Articulou pesquisa qualitativa profunda, construção do Lulinha Paz e Amor, Carta ao Povo Brasileiro e vice estratégico José Alencar. - Case: FHC 1994 e o Plano Real — Cases
Case FHC 1994: a vitória de Fernando Henrique Cardoso em primeiro turno com 54,28% dos votos válidos é caso clássico de marketing eleitoral subordinado à entrega substantiva de política pública. O Plano Real de 1º de julho de 1994 reorganizou o terreno político e produziu virada de 41% Lula contra 19% FHC em junho para 48% FHC contra 25% Lula em setembro. - Case: Bolsonaro 2018 — A ruptura digital — Cases
Case Bolsonaro 2018 marca a sexta fase do marketing político brasileiro: a ruptura digital. Combinação de esfacelamento do PSDB pós-2014, prisão de Lula em abril de 2018, baixíssima dotação no FEFC (R$ 1,7 milhão), 8 segundos no HGPE e infraestrutura digital construída entre 2014-2018 produziu vitória que rompeu com o paradigma televisivo clássico. - Carta ao Povo Brasileiro — História e Escolas
Carta ao Povo Brasileiro é documento divulgado por Lula em 22 de junho de 2002, redigido sob coordenação de Antônio Palocci e endossado pela cúpula petista. Comprometia o futuro governo com respeito aos contratos, estabilidade fiscal, manutenção do regime cambial flutuante e autonomia operacional do Banco Central. Foi o lastro substantivo do reposicionamento Lulinha Paz e Amor. - Carlos Augusto Manhanelli — História e Escolas
Carlos Augusto Manhanelli (1948-2021) é o nome fundador e mais sistemático do eixo profissional-prático do marketing político brasileiro. Fundou a ABCOP (Associação Brasileira de Consultores Políticos) e a Manhanelli & Associados em 1978. Autor de 22 livros, com mais de 308 trabalhos políticos em portfólio. - Campanha permanente — Comunicação de Governo e Mandato
Campanha permanente é conceito formulado por Patrick Caddell para a equipe de Carter nos EUA nos anos 1970 e popularizado por Sidney Blumenthal em livro de 1980. A ideia central é que governo e campanha não se separam mais: o mandatário deve operar comunicação contínua, gestão de imagem e preparação de disputas futuras durante todo o mandato. - Calcificação eleitoral — Comportamento do Eleitor
Calcificação eleitoral é conceito desenvolvido por Felipe Nunes e Thomas Traumann em Biografia do Abismo (HarperCollins, 2023) para descrever o eleitorado brasileiro contemporâneo cristalizado em dois blocos antagônicos (lulismo e bolsonarismo) com pouca mobilidade entre eles. Identidades políticas rígidas, ancoradas em valores morais e afetivos. - Caçador de marajás — Estratégia e Narrativa
Caçador de marajás é a alcunha de Fernando Collor de Mello, forjada pela imprensa especialmente pelo jornal O Globo a partir de medidas de ajuste no funcionalismo público de Alagoas em 1986-1987. Foi convertida em narrativa nacional na campanha presidencial de 1989. Caso paradigmático de personagem televisivo anti-sistema. - AtlasIntel — Pesquisa e Inteligência
AtlasIntel é instituto de pesquisa eleitoral sob direção do CEO Andrei Roman, romeno doutor em ciência política por Harvard. Pioneiro no Brasil da coleta web com calibração por PNAD Contínua e pós-estratificação RDR. Em 2022, foi o instituto que melhor previu o segundo turno presidencial, superando todos os tradicionais. - Antonio Lavareda — História e Escolas
Antonio Lavareda é sociólogo e cientista político pernambucano, doutor pelo IUPERJ, presidente do IPESPE e fundador do NeuroLab. Figura central da escola pernambucana de marketing político, articula ponte rigorosa entre teoria da ciência política e prática da comunicação eleitoral. - ADI 4650 — Fim do financiamento empresarial — Legislação Eleitoral
ADI 4650 é a Ação Direta de Inconstitucionalidade ajuizada pela OAB e julgada pelo STF em 17 de setembro de 2015. Por 8 votos a 3, sob relatoria de Luiz Fux, o tribunal declarou inconstitucional o financiamento eleitoral por pessoas jurídicas. A decisão refundou a economia política do mercado eleitoral brasileiro e abriu caminho para a EC 97 de 2017. - Academia Vitorino & Mendonça — História e Escolas
Academia Vitorino & Mendonça (AVM) é a maior escola brasileira de formação profissional em marketing político, fundada por Marcelo Vitorino e Natália Mendonça. Articula cursos, certificações, eventos como Imersão Eleições, conteúdo continuado em portais como Politipédia. Pilar do eixo digital-formador brasileiro. - Transmissão ao vivo do candidato — Conteúdo, Canais e Redes
Transmissão ao vivo é a transmissão de vídeo ao vivo pela internet, em plataformas como YouTube, Instagram, Facebook, TikTok e Twitch. Em campanha eleitoral, as lives se tornaram ferramenta central de presença digital, com funções que... - Tema divisor em campanha — Estratégia e Narrativa
Tema divisor é o termo da literatura de marketing político para designar tema divisor: assunto que, quando ativado no debate público, racha a coalizão de eleitores do adversário entre os que apoiam a posição do candidato e os que ficam... - Reenquadramento narrativo em crise — Reputação, Ataque e Crise
Reenquadramento narrativo em crise antecipa o enquadramento do tema antes da oposição, transformando vulnerabilidade em ativo. Caso Uberlândia subsídio é exemplo clássico. - Narrativa pessoal em campanha — Estratégia e Narrativa
Narrativa pessoal: uso de história pessoal, caso concreto e analogia com consequência. Como contar para conectar, sem cair em abstração ou fabricação. - Enquadramento — Estratégia e Narrativa
Enquadramento, do inglês enquadramento, é o conceito que designa a moldura interpretativa em que uma informação é apresentada ao público. A mesma notícia, o mesmo dado, o mesmo fato pode ser entendido de modos opostos dependendo do... - Cronograma de pré-campanha — Pré-campanha e Planejamento
Cronograma de pré-campanha é o cronograma estruturado que organiza, em fases sucessivas, o trabalho político e de comunicação do pré-candidato desde o momento em que se decide concorrer até o início oficial da campanha eleitoral. Não é... - Construção de marca do candidato — Canais e Produção
Construção de marca do candidato é o sistema de gestão de marca pessoal aplicado a quem disputa cargo público. Vai além da identidade visual, que cuida da camada gráfica, e além do posicionamento, que cuida da definição estratégica... - Vazamento coordenado — Reputação, Ataque e Crise
Vazamento coordenado é a técnica, no marketing político, de divulgação organizada de informação que se queira que circule, com timing, canal e enquadramento calibrados pela equipe da campanha ou do mandato. O termo cobre operação... - Três pressões do marketing eleitoral — Fundamentos e Teoria
Três pressões do marketing eleitoral é a formulação que organiza, no vocabulário profissional brasileiro, as forças centrais que moldam o que se pode e o que não se pode fazer durante o ciclo eleitoral. As três são tempo, atenção e... - Três julgamentos do político — Fundamentos e Teoria
Três julgamentos do político é a formulação que organiza, no vocabulário profissional brasileiro, as três avaliações que toda figura política recebe ao longo da carreira. As três são o julgamento político, o julgamento eleitoral e o... - As quatro subáreas do marketing político — Fundamentos e Teoria
As quatro subáreas do marketing político é a formulação que organiza o ofício em quatro frentes distintas, com método, horizonte e objetivos próprios. As quatro são marketing eleitoral, marketing de mandato, marketing de governo e... - Pesquisa de tracking eleitoral — Pesquisa e Inteligência
Pesquisa de tracking eleitoral é o levantamento repetido em ritmo regular ao longo do ciclo eleitoral, com amostra menor do que pesquisa de validação completa, focada em medir variação de intenção de voto, conhecimento, percepção e... - Pesquisa de debate — Pesquisa e Inteligência
Pesquisa de debate é o levantamento específico feito imediatamente após debate televisivo ou outro evento de exposição decisiva entre candidatos, com objetivo de medir desempenho de cada um e impacto do evento na intenção de voto. Tem... - Objeto do marketing político — Fundamentos e Teoria
Objeto do marketing político é a entidade sobre a qual o trabalho de comunicação atua para construir juízo de valor na opinião pública. A escola brasileira de marketing político organiza o objeto em três categorias principais: pessoa... - Mundo aberto vs mundo fechado em campanha — Fundamentos e Teoria
Mundo aberto e mundo fechado são duas lógicas distintas em que a comunicação política opera, e a distinção entre as duas organiza decisão estratégica em campanha eleitoral, em mandato e em pré-campanha. Mundo aberto é o terreno em que a... - Monitoramento de redes pré-crise — Reputação, Ataque e Crise
Monitoramento de redes pré-crise é o sistema, no marketing político, de leitura contínua de redes sociais e mídia digital com alerta antecipado de tema sensível em ascensão antes de virar crise pública. A função do sistema é dar à... - Método vs receita em política — Fundamentos e Teoria
Método e receita são duas formas distintas de organizar o trabalho profissional em marketing político, e a diferença entre elas é uma das mais importantes que o iniciante precisa aprender. Receita é conjunto de passos fixos que se... - Dossiê adversarial — Reputação, Ataque e Crise
Dossiê adversarial é o documento que consolida, em campanha eleitoral, o mapeamento sistemático de pontos sensíveis, vulnerabilidades e ativos do candidato adversário. Espelha tecnicamente o que a auditoria reputacional faz para a... - Comunicação eleitoral vs comunicação política — Fundamentos e Teoria
Comunicação eleitoral e comunicação política são duas atividades parentes que se confundem na linguagem comum mas se separam com clareza no vocabulário profissional. A primeira é a comunicação que opera durante o ciclo eleitoral, com... - Análise de redes sociais para campanha — Pesquisa e Inteligência
Análise de redes sociais para campanha é o trabalho sistemático de leitura de comportamento, conversas e sentimento em redes sociais aplicado a contexto eleitoral. Distingue-se de monitoramento, que opera em modo de alerta sobre tema... - YouTube Shorts em campanha — Conteúdo, Canais e Redes
YouTube Shorts é o formato de vídeo curto vertical do YouTube, com duração de até três minutos. Foi lançado em 2021 como resposta direta ao TikTok e ao Reels e hoje é um dos eixos principais de descoberta do próprio YouTube. Em campanha... - Viralização orgânica — Conteúdo, Canais e Redes
Viralização orgânica é o fenômeno em que um conteúdo se espalha por compartilhamento espontâneo, sem investimento em mídia paga, atingindo audiência muitas vezes maior que a base original do criador. Em campanha eleitoral, a viralização... - Triangulação narrativa — Estratégia e Narrativa
Triangulação narrativa é a técnica de posicionamento em que o candidato se coloca acima ou ao lado das duas posições polarizadas em disputa, oferecendo uma terceira via que combina elementos de ambos os lados sem se confundir com nenhum... - TikTok em campanha política — Conteúdo, Canais e Redes
TikTok é a rede social de vídeo curto vertical que popularizou o formato hoje dominante em todas as plataformas. Em campanha política, o TikTok ocupa um lugar distinto do Reels e do Shorts: tem o algoritmo mais agressivo de descoberta... - Tese de campanha — Estratégia e Narrativa
Tese de campanha é a frase-síntese que organiza tudo o que a candidatura faz e fala. Ela responde, em uma sentença, à pergunta sobre por que aquele candidato deve ser eleito. Não é slogan, não é jingle, não é frase de efeito para... - Som em campanha eleitoral — Canais e Produção
Som em campanha eleitoral é o conjunto da identidade sonora que acompanha a presença do candidato em todos os meios. Inclui o jingle de campanha, a vinheta sonora de identificação, a trilha musical de programas e vídeos, o sound logo... - Slogan eleitoral — Estratégia e Narrativa
Slogan eleitoral é a frase curta, repetível e memorável que sintetiza a candidatura para o público. Aparece em painel, em santinho, em jingle, em encerramento de programa eleitoral, em peças de redes sociais. Funciona como assinatura... - Roteiro de HGPE — Canais e Produção
Roteiro de HGPE é o documento que organiza o conteúdo do horário eleitoral gratuito de propaganda em rádio e televisão. Para cada bloco de exibição, o roteiro define a sequência de cenas, falas, vinhetas, depoimentos, gráficos e... - Reels e vídeo curto em campanha — Conteúdo, Canais e Redes
Reels é o formato de vídeo curto vertical do Instagram e do Facebook, com duração que varia hoje de 15 a 90 segundos no padrão de feed e até três minutos em formatos estendidos. Em campanha eleitoral, o termo virou guarda-chuva para o... - Produção audiovisual em campanha — Canais e Produção
Produção audiovisual em campanha eleitoral é o conjunto de atividades que transformam estratégia de comunicação em peças de vídeo e áudio. Engloba programa eleitoral gratuito, vídeos para redes sociais, peças de impulsionamento... - Pré-campanha e reputação — Pré-campanha e Planejamento
Pré-campanha é o período de trabalho político antes do início oficial da campanha eleitoral, em que o pré-candidato constrói reputação, consolida posicionamento, articula apoios e estrutura a operação que vai ser ativada no ciclo... - Polarização controlada — Estratégia e Narrativa
Polarização controlada é o uso tático da divisão política como ferramenta de campanha, com calibragem fina do tom e do momento da escalada para mobilizar a base própria sem queimar a candidatura no eleitor mediano. A diferença para... - Narrativa de mudança — Estratégia e Narrativa
Narrativa de mudança é o desenho estratégico que organiza a candidatura em torno da promessa de transformação do que está aí. Aparece tipicamente em candidaturas de oposição, em ciclos com fadiga eleitoral em relação à situação no... - Narrativa de continuidade — Estratégia e Narrativa
Narrativa de continuidade é o desenho estratégico que organiza a candidatura em torno da defesa do que está sendo feito e da proposta de manter o rumo. Aparece tipicamente em candidaturas de reeleição, em sucessão dentro do mesmo grupo... - Motion design em campanha — Canais e Produção
Motion design é a disciplina que cuida do design gráfico em movimento. Em campanha eleitoral, ela aparece nas vinhetas de abertura e encerramento de vídeo, nos gráficos animados que apresentam dado, nas transições entre cenas, nos... - Meme político em campanha — Conteúdo, Canais e Redes
Meme é uma unidade de cultura digital que combina imagem, frase e contexto reconhecível, e que circula por imitação, variação e remix. Em campanha eleitoral, o meme se tornou linguagem comum, atravessando idades, classes e capacidade... - Mantra narrativo — Estratégia e Narrativa
Mantra narrativo é a técnica de repetição estruturada de uma mensagem central ao longo de toda a comunicação da campanha, em variações que mantêm o núcleo conceitual e modulam o registro conforme o canal e o público. O nome vem da... - Levantamento em quatro pilares — Pré-campanha e Planejamento
Levantamento em quatro pilares é a metodologia de diagnóstico inicial que organiza a coleta de informações sobre uma candidatura em quatro frentes complementares: o candidato, a comunicação, o eleitor e o contexto. É a primeira etapa... - Imunização narrativa — Reputação, Ataque e Crise
Imunização narrativa é a técnica de antecipar ataque adversário com contra-enquadramento que circula publicamente antes do golpe, criando blindagem na percepção do eleitor por consistência de mensagem ao longo do tempo. O nome vem da... - IA na geração de conteúdo político — Conteúdo, Canais e Redes
Inteligência artificial generativa é o conjunto de tecnologias que produz texto, imagem, áudio e vídeo a partir de comando humano. Em campanha eleitoral, ela aparece em três frentes: na escrita assistida de roteiros, posts e respostas... - Fotografia eleitoral — Canais e Produção
Fotografia eleitoral é o conjunto da produção fotográfica que sustenta a presença visual de uma campanha. Inclui o retrato oficial do candidato, o registro de agendas e eventos, a captura de momento espontâneo em território, o banco de... - Engajamento orgânico vs pago — Conteúdo, Canais e Redes
Engajamento orgânico é o conjunto de interações que o conteúdo de um candidato recebe sem investimento direto em mídia paga: curtidas, comentários, compartilhamentos, salvamentos e visualizações que vêm da entrega natural feita pelo... - Dossiê de pré-candidatura — Pré-campanha e Planejamento
Dossiê de pré-candidatura é o documento-mãe que consolida, em um único arquivo estruturado, todo o trabalho de diagnóstico, definição estratégica e plano operacional construído durante a pré-campanha. É a referência única que a equipe... - Direção de arte de campanha — Canais e Produção
Direção de arte em campanha eleitoral é a função responsável por garantir que tudo o que o eleitor vê sobre o candidato pertença a um mesmo sistema visual. Cor, tipografia, traço, fotografia, ícone, layout, elemento gráfico, padrão de... - Comunidade digital de campanha — Conteúdo, Canais e Redes
Comunidade digital de campanha é o conjunto estruturado de pessoas que se reúne em torno do candidato em ambiente próprio, fora das redes sociais abertas, para conversar, organizar ação, compartilhar conteúdo e produzir mobilização... - Chatbot eleitoral — Conteúdo, Canais e Redes
Chatbot é um programa que simula conversa por texto ou áudio, respondendo a quem entra em contato com base em regras predefinidas ou em modelos de linguagem mais sofisticados. Em campanha eleitoral, chatbots aparecem em sites, em... - Bordão eleitoral — Estratégia e Narrativa
Bordão eleitoral é a frase recorrente que vira marca de identificação afetiva da candidatura. Diferente do slogan, que carrega conceito articulado, o bordão funciona pelo lado emocional. É a frase que a base repete, o eleitor cita em... - Automação e CRM eleitoral — Conteúdo, Canais e Redes
CRM é a sigla em inglês para gestão do relacionamento com o cliente, e em campanha eleitoral o termo vira gestão do relacionamento com o eleitor, com o apoiador, com o doador e com o voluntário. Automação é o conjunto de ferramentas que... - Auditoria reputacional pré-campanha — Pré-campanha e Planejamento
Auditoria reputacional pré-campanha é o trabalho sistemático de mapeamento de ativos e passivos do pré-candidato antes do lançamento da candidatura. Inclui levantamento da presença pública anterior, análise das exposições passadas em... - Agenda-setting em campanha — Estratégia e Narrativa
Agenda-setting é o conceito que descreve o efeito da mídia sobre a percepção pública dos temas mais importantes do debate político. A formulação clássica vem do estudo de Maxwell McCombs e Donald Shaw, publicado em 1972, em pesquisa... - Agenda-building eleitoral — Estratégia e Narrativa
Agenda-building é o conceito que descreve o trabalho ativo dos atores políticos para construir a pauta que vai dominar o debate público. Onde o agenda-setting clássico, formulado por McCombs e Shaw, descreve o efeito da mídia sobre a... - Voluntariado estruturado — Mobilização e Operação
Voluntariado estruturado em campanha eleitoral: organização da militância, mobilização territorial, formação de lideranças, ativação digital e gestão de pessoas. - Tribunal Superior Eleitoral — Legislação Eleitoral
Tribunal Superior Eleitoral (TSE): composição, competência, função regulatória, jurisprudência e papel central na regulação das campanhas eleitorais brasileiras. - Tribunal Regional Eleitoral — Legislação Eleitoral
Tribunal Regional Eleitoral (TRE): composição, competência estadual, processos típicos, prazos e papel na regulação de campanhas em cada unidade da federação. - Orçamento de campanha — Estrutura e Gestão
Orçamento de campanha eleitoral: estrutura típica, distribuição por área, contingência, controle de execução e integração com a prestação de contas. - Mobilização digital em campanha — Mobilização e Operação
Mobilização digital em campanha: ativação de embaixadores, rede de WhatsApp, multiplicação orgânica, comunidades e gestão integrada com mobilização territorial. - Marketing governamental — Comunicação de Governo e Mandato
Marketing governamental: distinção do eleitoral e do publicitário, função institucional, comunicação de entrega, ética e fronteiras com promoção pessoal. - Marketing de mandato — Comunicação de Governo e Mandato
Marketing de mandato: posicionamento, presença, relacionamento, reputação e pesquisa. Disciplina de comunicação para mandatos parlamentares e executivos. - Legislação eleitoral básica — Legislação Eleitoral
Legislação eleitoral básica para candidatos e equipes: principais normas, prazos-chave, propaganda, financiamento, prestação de contas e o essencial em formato direto. - Juiz eleitoral — Legislação Eleitoral
Juiz eleitoral: zona eleitoral, atuação em campanhas municipais, decisões em tempo real, plantão eleitoral. Como funciona a primeira instância da Justiça Eleitoral. - Gestão de agenda do candidato — Pré-campanha e Planejamento
Gestão de agenda do candidato em campanha: critérios, calendário, equilíbrio entre eventos e exposição midiática, descanso e disciplina operacional. - Escola brasileira de marketing político — História e Escolas
Escola brasileira de marketing político: características próprias, fatores de formação, principais nomes, internacionalização e papel global do mercado nacional. - Dia da eleição: operação — Mobilização e Operação
Dia da eleição: operação tática, fiscalização de urna, boca de urna profissional, comando central, comunicação ao apoiador e protocolo de apuração. - Contratação em campanha — Estrutura e Gestão
Contratação em campanha eleitoral: marco legal, tipos de vínculo, registros obrigatórios, riscos trabalhistas e práticas de compliance para fornecedores e equipe. - Compliance eleitoral — Mobilização e Operação
Compliance eleitoral em campanha: leitura de resoluções TSE, retaguarda jurídica, documento permitido/vedado, treinamento da equipe e prevenção a riscos. - Comitê estratégico de campanha — Estrutura e Gestão
Comitê estratégico de campanha: núcleo decisório, composição, frequência de reuniões, agenda padrão e separação de papéis na operação política profissional. - Comitê de crise — Estrutura e Gestão
Comitê de crise em campanha e mandato: composição, ativação, protocolo de resposta, tempo de reação e linha decisória clara em momentos críticos. - Coerção de voto — Legislação Eleitoral
Coerção de voto: definição, distinção da compra de voto, tipos, jurisprudência e sanções aplicáveis a quem coage o eleitor no exercício do direito político. - Arrecadação coletiva eleitoral — Mobilização e Operação
Arrecadação coletiva em campanha eleitoral: regulação TSE, plataformas autorizadas, identificação de doadores, prestação de contas e estratégia de captação. - WhatsApp broadcast político — Conteúdo, Canais e Redes
WhatsApp broadcast político: listas de transmissão, gestão de cadastro, distribuição direta. Como usar o canal mais penetrante do Brasil em campanha. - War room de crise — Reputação, Ataque e Crise
War room de crise: papéis, fluxo decisório, coordenação centralizada. A sala de crise como infraestrutura de resposta profissional. - Voto retrospectivo e prospectivo — Comportamento do Eleitor
Voto retrospectivo (avaliação do passado) e voto prospectivo (projeto futuro): mecanismos centrais da decisão eleitoral e estratégia de campanha. - Voto identitário — Comportamento do Eleitor
Voto identitário: grupo de pertencimento como eixo da decisão eleitoral. Religião, classe, raça, gênero, território. Estratégia de campanha. - Voto econômico — Comportamento do Eleitor
Voto econômico: a percepção sobre bolso, emprego, inflação e renda como filtro da decisão eleitoral. Impacto em reeleição e estratégia de campanha. - Voto branco e voto nulo — Comportamento do Eleitor
Voto branco e voto nulo: diferença técnica, significado, impacto sobre o cálculo de votos válidos. O que muda e o que não muda no resultado. - Voto Anti-Sistema e Antipolítica — Comportamento do Eleitor
O voto anti-sistema é a escolha deliberada do eleitor por candidatos e plataformas que se apresentam como exteriores ou hostis ao establishment político. O eleitor anti-sistema não vota pelo que acredita, vota contra o que rejeita. Ele... - Viralização política — Conteúdo, Canais e Redes
Viralização política: mecânica, ganchos virais, ondas de conteúdo. Diferença entre viralização orgânica e simulada e seus riscos em campanha política. - Two-Step Flow: Fluxo em Dois Estágios e Líderes de Opinião — Comportamento do Eleitor
O fluxo em dois estágios é o modelo que descreve como a informação política se move da mídia para o eleitor. Descoberto por Paul Lazarsfeld e equipe em 1940, durante pesquisa da eleição presidencial americana, mostra que a mídia... - Transição de governo: comunicação — Comunicação de Governo e Mandato
Como organizar a comunicação na transição de governo: do pós-eleição à posse e aos primeiros 100 dias. Discurso, equipe, agenda e construção de marca. - Timing do ataque — Reputação, Ataque e Crise
Timing do ataque político: janelas, sequências, ritmo, quando atacar, quando recuar. O calendário tático em campanha eleitoral. - Teoria da Escolha Racional do Voto — Comportamento do Eleitor
**A teoria da escolha racional do voto, formulada por Anthony Downs em *An Economic Theory of Democracy* (1957), aplica ao comportamento político a lógica econômica do cálculo de utilidade. O eleitor é tratado como um agente que compara... - Reputação política — Reputação, Ataque e Crise
Reputação política: ativo central da carreira pública. Como se constrói, como se perde, e por que reputação consolidada barateia eleição. - Rejeição eleitoral — Reputação, Ataque e Crise
Rejeição eleitoral: como nasce, como se mede, como se reduz. O eleitor que não votaria de jeito nenhum como variável central da campanha. - Redes de influência eleitoral — Comportamento do Eleitor
Redes de influência eleitoral: líderes comunitários, cabos eleitorais, formadores de opinião local e digital. Estratégia de articulação e limites éticos. - Recuperação reputacional — Reputação, Ataque e Crise
Recuperação reputacional: marcos do caminho de volta após crise grave, papel do tempo, ato concreto que reposiciona, paciência. - Raciocínio Motivado: Kunda e o Eleitor Que Quer Acreditar — Comportamento do Eleitor
**O raciocínio motivado é o fenômeno psicológico em que a direção do nosso raciocínio é moldada pelo resultado que queremos alcançar, não pelo que a evidência sugere. A psicóloga israelense Ziva Kunda formulou o conceito de forma... - Propaganda eleitoral: regras gerais — Legislação Eleitoral
Propaganda eleitoral: período permitido, formatos, vedações, propaganda na internet. Regras gerais da Resolução TSE 23.610 e da Lei das Eleições. - Planejamento editorial eleitoral — Conteúdo, Canais e Redes
Planejamento editorial eleitoral: calendário, ondas, ciclo eleitoral. Como organizar a produção de conteúdo ao longo da pré-campanha e da campanha. - Pedido de desculpas político — Reputação, Ataque e Crise
Pedido de desculpas político: quando cabe, como formular, riscos. Como reconhecer erro sem afundar a candidatura. - Opo research — Reputação, Ataque e Crise
Opo research: pesquisa sistemática sobre adversários em campanha eleitoral. Como mapear vulnerabilidades, organizar dossiês, usar com método e ética. - Mandato parlamentar: comunicação — Comunicação de Governo e Mandato
Mandato parlamentar como operação de comunicação. Cinco pilares: informação, presença, relacionamento, reputação e pesquisa. Vereador, deputado e senador. - LinkedIn político — Conteúdo, Canais e Redes
LinkedIn político: público profissional, posicionamento técnico, canal subutilizado por figuras políticas brasileiras. Estratégia, formato e oportunidade. - Linha editorial do candidato — Conteúdo, Canais e Redes
Linha editorial do candidato: definição de ângulos, recortes, pautas vetadas. Como manter coerência editorial ao longo de uma candidatura. - Justiça Eleitoral — Legislação Eleitoral
Justiça Eleitoral brasileira: estrutura, composição, competências de TSE, TREs, juízes eleitorais e juntas. Como funciona o ramo especializado do Judiciário. - Influenciadores Digitais e o Voto — Comportamento do Eleitor
Influenciadores digitais são as pessoas que, por meio de redes sociais, constroem audiência própria e transferem autoridade sobre o que seus seguidores pensam, sentem e decidem. Na política contemporânea, esse grupo deixou de ser... - Influência religiosa sobre o voto — Comportamento do Eleitor
Influência religiosa sobre o voto: peso das igrejas, lideranças religiosas e comunidades de fé na decisão eleitoral. Voto evangélico, católico e outras vertentes. - Influência familiar sobre o voto — Comportamento do Eleitor
Influência familiar sobre o voto: como a família molda a escolha eleitoral, transmissão geracional, socialização política e ruptura em eleições recentes. - Inelegibilidade — Legislação Eleitoral
Inelegibilidade no direito eleitoral brasileiro: causas constitucionais, hipóteses da Lei Complementar 64/1990, alterações da Ficha Limpa, prazo de 8 anos. - Impulsionamento de conteúdo eleitoral — Legislação Eleitoral
Impulsionamento de conteúdo eleitoral: anúncios pagos em redes sociais, repositório obrigatório, palavras-chave vedadas. Regras da Resolução TSE 23.610 atualizada. - Identificação Partidária: A Escola de Michigan — Comportamento do Eleitor
**A identificação partidária é um laço psicológico estável entre o eleitor e um partido, construído cedo na vida, geralmente herdado da família e resistente a mudança no curto prazo. Foi nome e conceito central que Angus Campbell... - IA e deepfake nas eleições: regras — Legislação Eleitoral
IA e deepfake nas eleições: Resolução TSE 23.732/2024 proíbe deepfake, exige aviso de uso de IA, restringe robôs. Regras para campanhas eleitorais. - Gestão da imagem pública — Reputação, Ataque e Crise
Gestão da imagem pública: manutenção contínua, monitoramento, ajuste de percepção. Como manter a imagem alinhada com a reputação que se quer construir. - Gestão de comentários em redes — Conteúdo, Canais e Redes
Gestão de comentários em redes sociais políticas: moderação, política de resposta, atendimento. Como transformar comentário em ativo da campanha. - Gastos de campanha — Legislação Eleitoral
Gastos de campanha eleitoral: limites por cargo, categorias de despesa, prestação. Como controlar gastos dentro das regras da legislação eleitoral brasileira. - Ganchos de conteúdo político — Conteúdo, Canais e Redes
Ganchos de conteúdo político: engenharia da atenção aplicada à comunicação política. Como prender o eleitor nos primeiros segundos. - Financiamento de campanha — Legislação Eleitoral
Financiamento de campanha no Brasil: FEFC, fundo partidário, doações de pessoa física, autofinanciamento. Como funciona o financiamento eleitoral brasileiro. - Desinformação eleitoral — Reputação, Ataque e Crise
Desinformação eleitoral: desinformação organizada com intencionalidade política. Resposta sistêmica, defesa por reputação e o caso do deepfake. - Fact-checking e desmentido — Reputação, Ataque e Crise
Fact-checking e desmentido: como combater informação falsa em campanha sem amplificar a mentira. Método, agências e o efeito backfire. - Estratégia de conteúdo político — Conteúdo, Canais e Redes
Estratégia de conteúdo político: pilares editoriais, frequência, distribuição entre canais. Como organizar a produção de conteúdo de candidato ou mandato. - Espiral do Silêncio: Noelle-Neumann e o Clima de Opinião — Comportamento do Eleitor
A espiral do silêncio é um dos achados mais perturbadores da pesquisa de opinião pública. Formulada pela pesquisadora alemã Elisabeth Noelle-Neumann em 1974, a teoria sustenta que as pessoas observam constantemente o clima de opinião ao... - Escândalo político — Reputação, Ataque e Crise
Escândalo político: anatomia, fases típicas, recuperação possível. Como distinguir escândalo de crise comum e como atravessá-lo. - Entrega pública: comunicação — Comunicação de Governo e Mandato
Como comunicar entrega de obras e serviços públicos. Fases da comunicação de projeto, ritualização da inauguração, narrativa de cuidado em obra pronta. - Engajamento de comunidade digital — Conteúdo, Canais e Redes
Engajamento de comunidade digital em política: base ativa, conversa real, multiplicação orgânica. Como construir comunidade que sustenta a candidatura. - Emoções Políticas: Medo, Raiva e Esperança — Comportamento do Eleitor
Durante décadas, a ciência política tratou a emoção como ruído. O eleitor racional era o modelo, a emoção era o desvio. Essa visão foi revertida progressivamente, a partir dos anos 1980 e 1990, por pesquisadores que mostraram que a... - Emendas parlamentares: comunicação — Comunicação de Governo e Mandato
Como traduzir emendas parlamentares em ativo de comunicação. Ciclo da emenda, divulgação, prestação de contas e retorno político ao parlamentar. - Email marketing político — Conteúdo, Canais e Redes
Email marketing político: boletim, lista de cadastro com consentimento, ativo de longo prazo independente de algoritmos. Estratégia e execução. - Eleitor Urbano e Rural: Lógicas Territoriais do Voto no Brasil — Comportamento do Eleitor
O território organiza o voto. Eleitor de capital metropolitana, de cidade média, de interior e de área rural vive realidades diferentes, consome informação por canais diferentes, responde a problemas diferentes e vota com lógicas... - Eleitor rejeitador — Comportamento do Eleitor
Eleitor rejeitador: vota contra, não a favor. Voto útil por rejeição, anti-voto e estratégia em contexto polarizado de marketing político. - Eleitor Masculino Conservador — Comportamento do Eleitor
A polarização de gênero é uma das transformações mais importantes do comportamento eleitoral global dos últimos anos. Nas democracias ocidentais, mulheres jovens se deslocaram sistematicamente para a esquerda, enquanto homens jovens... - Eleitor Jovem: Geração Z e o Voto em 2026 — Comportamento do Eleitor
A Geração Z, pessoas nascidas aproximadamente entre 1997 e 2012, é a primeira coorte eleitoral que nunca viveu sem internet, nunca conheceu um mundo sem smartphone e cuja socialização política ocorreu predominantemente em ambiente... - Eleitor indeciso — Comportamento do Eleitor
Eleitor indeciso: perfil, por que decide tarde, como conquistar. Voto flutuante, fração decisiva, janela de decisão, estratégia de conversão em campanha. - Eleitor fiel — Comportamento do Eleitor
Eleitor fiel: base firme que vota consistentemente no mesmo candidato, partido ou campo. Perfil, motivações e estratégias de consolidação em campanha. - Eleitor Evangélico no Brasil — Comportamento do Eleitor
Nenhum segmento cresceu mais em peso eleitoral no Brasil das últimas quatro décadas do que o evangélico. Passou de aproximadamente 6% da população em 1980 para mais de 30% atualmente, de acordo com pesquisas recentes e dados parciais do... - Eleitor desinteressado — Comportamento do Eleitor
Eleitor desinteressado: alheio à política, vota por hábito, influência ou obrigação. Perfil, motivações e estratégia de comunicação em marketing político. - Efeito boca de urna — Comportamento do Eleitor
Efeito boca de urna: onda final, prova social, manada consciente e dinâmica de decisão no dia da eleição. Regras legais e estratégia em campanha. - Efeito Bandwagon e Underdog — Comportamento do Eleitor
O efeito bandwagon (em português literal, 'subir no vagão da banda') é a tendência do eleitor a migrar para o candidato que parece vencedor. O efeito underdog (azarão, em tradução informal) é o oposto: simpatia pelo candidato que parece... - Dissonância Cognitiva no Eleitor — Comportamento do Eleitor
A teoria da dissonância cognitiva, formulada por Leon Festinger em 1957, é uma das descobertas mais influentes da psicologia social do século XX. A tese central: o ser humano tem necessidade psíquica profunda de coerência entre suas... - Desinformação e Desinformação no Comportamento do Eleitor — Comportamento do Eleitor
Desinformação é conteúdo falso ou distorcido produzido e disseminado com potencial de influenciar decisões públicas, incluindo o voto. Desinformação, no sentido estrito, é a subcategoria mais visível desse fenômeno: notícia fabricada ou... - Crise no mandato: resposta — Comunicação de Governo e Mandato
Como gerenciar crise reputacional no mandato em curso. Resposta proporcional, escolha do mensageiro, ritmo, recuperação. Princípios para gestores em crise. - Contra-ataque e resposta — Reputação, Ataque e Crise
Contra-ataque e resposta: quando responder, quando ignorar, como devolver. As regras táticas da defesa em campanha eleitoral. - Conteúdo de resposta rápida — Conteúdo, Canais e Redes
Conteúdo de resposta rápida: pauta quente, reação a evento do dia, agilidade editorial em campanha política e mandato. - Conteúdo educacional político — Conteúdo, Canais e Redes
Conteúdo educacional político: explicar pauta, ensinar política, construir autoridade pela didática. Formato e arquitetura para informar o eleitor. - Conteúdo de bastidor e humanização — Conteúdo, Canais e Redes
Conteúdo de bastidor e humanização do candidato: autenticidade calculada, rotina, família. Como aproximar sem invadir a intimidade. - Canal de YouTube do candidato — Conteúdo, Canais e Redes
Canal de YouTube do candidato: estratégia de vídeo longo, formatos, profundidade. Como construir autoridade política via plataforma de vídeo. - Brand voice do candidato — Conteúdo, Canais e Redes
Brand voice do candidato: voz autoral, tom, personalidade pública. Como construir e manter voz reconhecível em comunicação política. - Bolha Algorítmica e o Eleitor — Comportamento do Eleitor
A bolha algorítmica é o ambiente informacional personalizado em que cada eleitor vive sem perceber que vive nele. O feed que ele vê no Instagram, os vídeos que aparecem no YouTube, as mensagens que sobem no WhatsApp, tudo passa por um... - Base eleitoral do mandato — Comunicação de Governo e Mandato
Como cultivar base eleitoral entre eleições. Mapeamento, comunicação contínua, relacionamento com lideranças, atendimento de demanda no mandato parlamentar. - Balanço de gestão — Comunicação de Governo e Mandato
Balanço de gestão: 100 dias, 1 ano, fim de mandato. Como organizar a prestação de contas comunicacional periódica do executivo brasileiro. - Ataque político: tipologia — Reputação, Ataque e Crise
Tipologia do ataque político: frontal, lateral, comparativo, de terceiros, por insinuação. Quando usar cada formato e os limites éticos. - Agenda pública do executivo — Comunicação de Governo e Mandato
Agenda pública do prefeito, governador e presidente como ferramenta política. Como organizar a agenda do executivo para construir reputação e narrativa de gestão. - Abstenção, Voto Nulo e Voto em Branco — Comportamento do Eleitor
Abstenção, voto nulo e voto em branco são as três formas de não-voto dentro de um sistema eleitoral. A abstenção é o eleitor que não comparece. O voto nulo é o eleitor que comparece e marca algo inválido ou nenhum candidato. O voto em... - Walter Lippmann e a opinião pública — História e Escolas
Walter Lippmann e Public Opinion (1922): os limites da racionalidade do cidadão e a fabricação do consenso. Referência fundacional para marketing político. - Viragem narrativa em campanha — Estratégia e Narrativa
Viragem narrativa: mudança de eixo em resposta a contexto. Quando é ajuste estratégico, quando é rendição ao adversário, como decidir e executar. - Viés cognitivo eleitoral — Fundamentos e Teoria
Viés cognitivo eleitoral: principais vieses que afetam decisão de voto. Confirmação, ancoragem, disponibilidade aplicados ao marketing político. - Tríade reputação, proposta e contraste — Estratégia e Narrativa
Tríade reputação, proposta e contraste: as três camadas fundamentais do discurso de campanha. Como se sustentam, como se equilibram, como operam no ciclo. - Tipos de mandato — Fundamentos e Teoria
Tipos de mandato no Brasil: executivo, legislativo, federal, estadual, municipal. Funções, dinâmicas e implicações para marketing político. - Territorialização eleitoral — Mobilização e Operação
Territorialização eleitoral: divisão operacional da cidade, metas por zona, alocação de esforço segundo pesquisa e histórico, coordenador por território. - Sistema eleitoral brasileiro — Fundamentos e Teoria
Sistema eleitoral brasileiro: majoritário, proporcional, federações partidárias, cláusula de desempenho. Estrutura legal e implicações estratégicas. - Simbolismo e elementos visuais em campanha — Estratégia e Narrativa
Simbolismo em campanha: cor, objeto, gesto, número e como elementos visuais carregam narrativa política. A camada não verbal da comunicação eleitoral. - Racionalidade limitada do eleitor — Fundamentos e Teoria
Racionalidade limitada do eleitor: por que o eleitor decide com atalhos cognitivos. Simon, Kahneman aplicados ao marketing político e implicações estratégicas. - Proposta central de campanha — Estratégia e Narrativa
Proposta central de campanha: o compromisso-síntese que o candidato assume com o eleitor. Construção, teste, concretude, diferenciação e coerência. - Propaganda política — Fundamentos e Teoria
Propaganda política: distinção entre propaganda, publicidade e comunicação política. Modalidades, regulação eleitoral brasileira e ética profissional. - Profissionalização do marketing político — Fundamentos e Teoria
Profissionalização do marketing político: o consultor político como profissão. Consolidação do campo, formação, associações e desafios contemporâneos. - Prêmios de marketing político — História e Escolas
Napolitan Victory Awards, Polaris Awards, Washington COMPOL, Reed Awards: a arquitetura de premiações globais do marketing político. Papel e reconhecimento. - Posicionamento eleitoral — Estratégia e Narrativa
Posicionamento eleitoral: o lugar do candidato na mente do eleitor. Diferenciação, disputa por categoria, arquitetura de percepção contra adversários. - Persuasão política — Fundamentos e Teoria
Persuasão política: distinções entre persuasão, manipulação e convencimento. Fundamentos retóricos, cognitivos e éticos aplicados ao marketing político. - Pauta semanal de campanha — Estratégia e Narrativa
Pauta semanal de campanha: o tema da semana, ritmo de concentração e rotatividade. Como organizar o ciclo narrativo em escala gerenciável. - Panfletagem eleitoral — Mobilização e Operação
Panfletagem eleitoral: técnica, pontos de distribuição, horários, material, regras legais. A técnica antiga que ainda funciona quando bem feita. - Opinião pública — Fundamentos e Teoria
Opinião pública é o conjunto de juízos compartilhados pela população sobre temas, personagens e instituições que orientam a vida coletiva. É objeto do marketing político por definição: toda atividade de comunicação política tem por... - Multiplicadores digitais em campanha — Mobilização e Operação
Multiplicadores digitais: apoiadores que amplificam conteúdo em suas redes. Captação, ativação, treinamento e retenção de exército digital da campanha. - Mensagem-alvo versus linha-mãe — Estratégia e Narrativa
Mensagem-alvo versus linha-mãe: distinção entre mensagem por público e síntese única da campanha. Como integrar as duas camadas sem contradição. - História do marketing político brasileiro — História e Escolas
Panorama da história do marketing político brasileiro: Collor x Lula em 1989, profissionalização dos anos 90 e 2000, consolidação digital das últimas décadas. - Maquiavel e o realismo político — História e Escolas
Maquiavel e O Príncipe (1532): fundamentos do realismo político aplicados à comunicação política contemporânea. Virtù, fortuna, inimigo simbólico. - Legitimidade eleitoral — Fundamentos e Teoria
Legitimidade eleitoral: a fonte democrática de autoridade política. Como se constrói, como se sustenta, como se erode. Conceito central da democracia eleitoral. - Kahneman, Tversky e a cognição política — História e Escolas
Kahneman e Tversky: Sistema 1 e Sistema 2, teoria da perspectiva, heurísticas e vieses aplicados ao comportamento do eleitor e ao marketing político. - Joseph Napolitan e a fundação da consultoria política — História e Escolas
Joseph Napolitan (1929-2013): pai da consultoria política moderna. Pesquisa sistemática, propaganda televisiva, independência partidária. AAPC, IAPC. - João Santana e a era petista — História e Escolas
João Santana: trajetória, método e legado do marqueteiro que coordenou campanhas vitoriosas de Lula e Dilma. Atuação internacional e limites do campo. - Inimigo simbólico em campanha — Estratégia e Narrativa
Inimigo simbólico em campanha: a escolha do que se combate, não de quem. Adversário-figura versus problema-alvo, riscos de polarização e calibragem ética. - IAPC, AAPC e associações internacionais — História e Escolas
IAPC, AAPC, EAPC, ALACOP, ACOP: arquitetura associativa global do marketing político. Fundação, papéis e relevância para o profissional brasileiro. - História da comunicação política — História e Escolas
História da comunicação política: dos egípcios aos romanos, da Idade Média à modernidade. Estruturas de poder e persuasão ao longo de milênios. - Grupos de WhatsApp em campanha — Mobilização e Operação
Grupos de WhatsApp em campanha: estrutura, moderação, mensagem coordenada, regras legais. O canal íntimo que mobiliza bolsões específicos. - George Lakoff e o enquadramento — História e Escolas
George Lakoff e o enquadramento político: metáfora, enquadramento, valores. Don't Think of an Elephant e a linguagem como campo de disputa política. - Evento setorial de campanha — Mobilização e Operação
Evento setorial em campanha: reunião com categoria específica, formato, captura de dados, acompanhamento. O formato discreto que constrói adesão profunda. - Ética em marketing político — Fundamentos e Teoria
Ética em marketing político: limites profissionais e responsabilidade do consultor. Verdade, manipulação, responsabilidade democrática e prática madura. - Escolas e formação no Brasil — História e Escolas
Formação em marketing político no Brasil: do autodidatismo dos fundadores aos MBAs, imersões, cursos especializados e formação continuada estruturada. - Enquadramento político — Estratégia e Narrativa
Enquadramento político: o ato de definir como um tema é lido. Conceito de enquadramento aplicado ao marketing político brasileiro, com análise prática. - Eleitor mediano — Fundamentos e Teoria
Eleitor mediano: conceito operacional, limites e aplicação estratégica. Teorema de Downs e a disputa pelo centro em sistemas majoritários. - Edward Bernays e a engenharia do consenso — História e Escolas
Edward Bernays e Propaganda (1928): a fundação das relações públicas modernas. Engenharia do consenso, psicologia de massas e implicações éticas. - Desmobilização pós-eleição — Mobilização e Operação
Desmobilização pós-eleição: encerramento ordenado da operação, preservação da base, transição da equipe, proteção do candidato. O fim que prepara o começo seguinte. - Coordenador regional de campanha — Mobilização e Operação
Coordenador regional de campanha: função, perfil, escopo, reporte à coordenação política. A ponte entre estratégia central e operação territorial. - Contraste político — Estratégia e Narrativa
Contraste político: a construção da diferença com adversário. Quando explicitar, quando sugerir, como calibrar e como evitar que o ataque volte contra. - Comunicação política — Fundamentos e Teoria
Comunicação política: o campo amplo das mensagens com conteúdo político. Agentes, canais, dinâmicas e relação com marketing político e propaganda. - Comitê físico de campanha — Mobilização e Operação
Comitê físico de campanha: localização, estrutura, fluxo operacional, função simbólica e funcional. Como escolher, montar e operar o espaço da campanha. - Comício eleitoral — Mobilização e Operação
Comício eleitoral em campanha: formato clássico, cuidados operacionais, custo, quando faz sentido e quando é passivo caro. A tradição sob olhar técnico. - Clausewitz e a estratégia política — História e Escolas
Clausewitz e Da Guerra: transposição da teoria militar para a estratégia política e eleitoral. Centro de gravidade, névoa da guerra, fricção. - Ciclo eleitoral — Fundamentos e Teoria
Ciclo eleitoral brasileiro: quatro anos em fases de pré-campanha, campanha, mandato e transição. Calendário e implicações para marketing político. - Cialdini e os princípios da persuasão — História e Escolas
Robert Cialdini e os princípios da persuasão aplicados à política: reciprocidade, prova social, autoridade, simpatia, escassez, compromisso, unidade. - Carreata e caminhada eleitoral — Mobilização e Operação
Carreata e caminhada em campanha eleitoral: formatos, permissões legais, impacto simbólico e operacional, quando faz sentido, erros recorrentes. - Calibragem territorial da narrativa — Estratégia e Narrativa
Calibragem territorial da narrativa: a mesma linha adaptada por região. Como manter coerência central e sotaque local, com limites da customização. - Calibragem segmentada da narrativa — Estratégia e Narrativa
Calibragem segmentada da narrativa: adaptação por público sem incoerência. Como calibrar para jovem, evangélico, empresariado, mulher sem quebrar linha-mãe. - Boca de urna — Mobilização e Operação
Boca de urna em eleição: regras legais, limites, operação do dia da votação, o que pode e o que não pode. A disciplina que diferencia operação legal de infração. - Boca a boca dirigido — Mobilização e Operação
Boca a boca dirigido: ativação de lideranças comunitárias, roteiros, mensuração. A técnica que transforma conversa espontânea em estratégia de campanha. - Arco narrativo de campanha — Estratégia e Narrativa
Arco narrativo de campanha: a evolução da história ao longo do ciclo. Fases, viragens, clímax e encerramento. Como planejar o ritmo da narrativa. - Apuração de campanha — Mobilização e Operação
Apuração de campanha: equipe, monitoramento em tempo real, comunicação do resultado, preparação para vitória e derrota. O encerramento profissional do ciclo. - Voto útil, voto afetivo, voto de protesto — Comportamento do Eleitor
Tipologia do voto: útil é estratégico, afetivo é por identificação, protesto é contra o sistema. Cada tipo responde a estímulos distintos de campanha. - Volatilidade eleitoral — Comportamento do Eleitor
Volatilidade eleitoral é a variação da intenção de voto ao longo da campanha. No Brasil, alta por padrão. Campanha profissional monitora e reage à movimentação. - Tracking eleitoral — Pesquisa e Inteligência
Tracking eleitoral: pesquisa contínua de acompanhamento que mede evolução diária ou semanal da intenção de voto. Como usar, quando e por quê. - Série histórica em pesquisa — Pesquisa e Inteligência
Série histórica em pesquisa: o método que transforma fotografias isoladas em filme da campanha. Como ler tendência, identificar preditores e evitar pânico. - SECOM (estrutura e função) — Comunicação de Governo e Mandato
SECOM é a Secretaria de Comunicação da administração pública. Estrutura de planejamento, produção, mídia e jurídico que organiza comunicação institucional. - Sabatina e entrevista aprofundada — Mídia Tradicional e Debates
Sabatina é formato longo de entrevista que expõe domínio real do candidato. Prepara-se diferente da entrevista curta. Casos brasileiros, armadilhas e método. - Riscos da comunicação governamental — Comunicação de Governo e Mandato
Matriz de riscos em comunicação pública: legal, político, financeiro e reputacional. Como identificar, prevenir e responder. Custo de cada erro é mapeado. - Reputação como fator de decisão — Comportamento do Eleitor
Reputação é o que define voto em cenário de recursos equivalentes. Construída em pré-campanha, protege em crise, sustenta em disputa. Ativo de longo prazo. - Produção audiovisual eleitoral — Canais e Produção
Produção audiovisual eleitoral é o conjunto de processos que transforma a linha narrativa em peças de vídeo e áudio para campanha. Veja como se estrutura. - Princípio da impessoalidade — Comunicação de Governo e Mandato
Princípio constitucional que proíbe promoção pessoal de gestor em publicidade pública. Fundamento de toda comunicação de governo. Violação gera improbidade. - Preparação para debate — Mídia Tradicional e Debates
Preparação é 80% do sucesso em debate. Simulação com cronômetro, blindagem psicológica, mensagens-âncora. Caso Paulo Sérgio Uberlândia 2024 como referência. - Pós-debate — Mídia Tradicional e Debates
O debate não termina quando o estúdio apaga as luzes. Segue na repercussão digital, nos cortes, na narrativa do quem ganhou. Operação profissional desse tempo. - Polarização e tribalismo eleitoral — Comportamento do Eleitor
Polarização organiza eleitorado em blocos ideológicos. Tribalismo transforma política em identidade. Fenômenos que moldam campanha brasileira desde 2014. - Planejamento estratégico sob medida — Estratégia e Narrativa
Planejamento estratégico sob medida é desenhar a estratégia a partir do candidato, eleitor e contexto específicos, em vez de copiar campanhas anteriores. - Quatro pilares do levantamento de informações — Pesquisa e Inteligência
Os quatro pilares do levantamento organizam a coleta inicial de dados do diagnóstico de campanha: candidato, comunicação, eleitores e contexto. - Pain points do eleitor — Comportamento do Eleitor
Pain points são as dores reais do eleitor que movem o voto. Saúde, segurança, emprego, transporte. Candidato que resolve pain point vira escolha natural. - Mídia espontânea — Mídia Tradicional e Debates
Mídia espontânea é cobertura jornalística não paga. Vale mais que propaganda quando bem conquistada. Como se gera, riscos e como integrar à estratégia. - Marco legal da publicidade estatal — Comunicação de Governo e Mandato
Conjunto normativo que regula publicidade pública no Brasil: Constituição, Lei 12.232 de licitação, Improbidade, LGPD e Lei 9.504 em período eleitoral. - Jingle político — Mídia Tradicional e Debates
Jingle é identidade sonora de campanha. Fixa nome, número e emoção. Versões para TV e rua. Casos David Almeida 'É David', Marcos Rocha, Uberlândia '11'. - Intenção de voto estimulada e espontânea — Pesquisa e Inteligência
Intenção de voto estimulada e espontânea: diferença técnica entre perguntar com e sem lista. O que cada uma mede sobre reconhecimento e consolidação do voto. - Inserções de 30 e 60 segundos — Mídia Tradicional e Debates
Inserção é peça curta de propaganda em TV e rádio. Formato de repetição e fixação. Formula, custo, produção e estratégia de uso em campanha brasileira. - Indecisos e decisão em último momento — Comportamento do Eleitor
Indecisos definem eleições apertadas. Decidem em último momento, por informação rasa, por evento recente. Campanha profissional reserva estratégia para eles. - Identificação de desafios — Pesquisa e Inteligência
Identificação de desafios é a terceira etapa do diagnóstico: traduz a Matriz SWOT em quatro a oito problemas concretos que a comunicação precisa resolver. - IA em análise política — Pesquisa e Inteligência
Inteligência artificial em campanha: uso para análise de incoerências, monitoramento, pesquisa conversacional e aceleração de diagnóstico. Método e limites. - Horário Eleitoral Gratuito (HEG) — Mídia Tradicional e Debates
HEG é a propaganda eleitoral em TV e rádio. Tempo dividido por coligação, blocos e inserções, regras rígidas. Ainda decide parcelas expressivas do eleitorado. - Heurísticas de decisão do eleitor — Comportamento do Eleitor
Heurísticas são atalhos mentais do eleitor para decidir voto sem examinar cada candidato. Trajetória, semelhança, partido e gênero como filtros cognitivos. - Fundo partidário — Legislação Eleitoral
Fundo partidário financia a estrutura permanente dos partidos políticos brasileiros. Regras, distribuição, cláusula de barreira e diferenças para o FEFC. - Fragmentação da atenção — Conteúdo, Canais e Redes
Fragmentação da atenção é o fenômeno em que o eleitor consome informação em múltiplos canais, formatos e horários. Implicações para campanha política. - Entrevista em programa de rádio e TV — Mídia Tradicional e Debates
Entrevista em rádio e TV é canal crítico de mídia espontânea. Prepara-se com mensagens-âncora e antecipação de armadilhas. Método profissional aplicado. - Entrevista qualitativa com eleitor — Pesquisa e Inteligência
Entrevista qualitativa com eleitor: conversa individual em profundidade para captar percepções, histórias e nuances que o grupo focal não alcança. - Embaixadores de campanha — Mobilização e Operação
Embaixadores de campanha promovem ativamente a candidatura junto a públicos que o candidato sozinho não alcançaria. Como mapear, treinar e mobilizar. - Eleitor digital brasileiro — Comportamento do Eleitor
Eleitor digital brasileiro vive em WhatsApp, Instagram, TikTok e YouTube. Consulta IA para decidir o voto. Campanha de 2026 opera em todas as plataformas. - Divulgação de atividade parlamentar — Comunicação de Governo e Mandato
Divulgação de atividade parlamentar tem regime próprio. Permitida durante mandato e em pré-campanha, sem pedido de voto. Principal ativo do mandato legislativo. - Dados públicos TSE e IBGE — Pesquisa e Inteligência
Dados públicos TSE e IBGE: fontes oficiais gratuitas que estruturam diagnóstico eleitoral. Como usar para mapear tendência de voto, perfil do eleitorado e contexto. - Conteúdo de posicionamento — Conteúdo, Canais e Redes
Conteúdo de posicionamento afirma o que o candidato defende, como se diferencia, quem representa. É proativo, acumula e passa pelo filtro narrativo. - Conteúdo orientado ao público — Conteúdo, Canais e Redes
Conteúdo orientado ao público produz versões diferentes da mesma mensagem para públicos distintos. Aumenta conversão e reduz desperdício de orçamento. - Construção de reputação — Comportamento do Eleitor
Construção de reputação é processo de longo prazo que exige tema único, coerência, conteúdo de valor e tempo. Ativo principal de candidatura competitiva. - Comunicação em período eleitoral — Comunicação de Governo e Mandato
Em período eleitoral, a comunicação de governo sofre restrições severas. Trimestre pré-eleitoral é janela crítica. Descumprimento gera multa e cassação. - Comunicação de mandato executivo — Comunicação de Governo e Mandato
Comunicação de mandato executivo é função contínua de prefeito, governador e presidente. Distinta da campanha, regida pela lógica de gestão permanente. - Comunicação institucional vs promoção pessoal — Comunicação de Governo e Mandato
Distinção operacional central da comunicação pública: o que é institucional (permitido) e o que é promoção pessoal (proibida). Caso a caso com critérios claros. - Comunicação de governo — Comunicação de Governo e Mandato
Comunicação de governo é função contínua de informar ações públicas e consolidar reputação institucional. Distinta da comunicação de campanha em tudo. - Comportamento eleitoral no Brasil — Comportamento do Eleitor
Comportamento eleitoral é o conjunto de padrões de decisão do voto. No Brasil, combina identificação emocional, pain points e heurísticas ao longo do tempo. - Cinco pilares de construção de reputação em governo — Comunicação de Governo e Mandato
Metodologia AVM de construção de reputação em comunicação pública. Três escutas, inteligência competitiva e planejamento integrado para diagnóstico de gestão. - Benchmarking em campanha — Pesquisa e Inteligência
Benchmarking em campanha: comparação estruturada com cases nacionais e internacionais para identificar padrões, adaptar estratégias e evitar reinventar a roda. - Auditoria digital do pré-candidato — Pesquisa e Inteligência
Auditoria digital do pré-candidato: revisão sistemática de conteúdo publicado e presença online antes da campanha. Como identificar riscos e corrigir gaps. - Assessoria de imprensa em campanha — Mídia Tradicional e Debates
Assessoria profissional é a ponte entre a campanha e a imprensa. Organização, relação com jornalista, janela de oportunidade e gestão de crise em campanha. - Análise de concorrência eleitoral — Pesquisa e Inteligência
Análise de concorrência eleitoral: como mapear adversários, identificar vulnerabilidades e construir estratégia competitiva baseada em inteligência estruturada. - Amostragem eleitoral — Pesquisa e Inteligência
Amostragem eleitoral: como construir amostra representativa, tamanho adequado, estratificação, margem de erro. A base técnica da pesquisa quantitativa confiável. - Termo de sigilo em pré-campanha — Pré-campanha e Planejamento
Termo de sigilo em pré-campanha: instrumento jurídico e psicológico que protege informações sensíveis do candidato e viabiliza diagnóstico profundo. - Sucessão política — Pré-campanha e Planejamento
Sucessão política em campanha: o equilíbrio entre gratidão e identidade. Como o sucessor transfere voto sem virar sombra, e quais pilares sustentam a transição. - Pré-candidatura e janela legal — Pré-campanha e Planejamento
Pré-candidatura e janela legal: o que pode e o que não pode ser feito antes da abertura oficial da campanha, segundo a Lei das Eleições e o TSE. - Mensagem-alvo da campanha — Pré-campanha e Planejamento
Mensagem-alvo da campanha: principal e secundária, calibradas por fase e público. Como construir, validar e evoluir a mensagem sem perder o núcleo. - Matriz SWOT em pré-campanha — Pré-campanha e Planejamento
Matriz SWOT em pré-campanha: método de organização da informação em forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. O norte correto e erros comuns. - Faseamento estratégico da campanha — Pré-campanha e Planejamento
Faseamento estratégico: sensibilização, motivação e mobilização. Como organizar o tempo da campanha em fases com objetivos, métricas e entregas próprias. - Equipe capturadora — Pré-campanha e Planejamento
Equipe capturadora: os quatro perfis profissionais que registram a pré-campanha em acervo audiovisual útil. Produtor, cinegrafista, técnico de som e jornalista. - Diagnóstico de pré-campanha — Pré-campanha e Planejamento
Diagnóstico de pré-campanha: estrutura em três etapas, quatro pilares, prazo de três semanas. Por que sem diagnóstico não há estratégia confiável. - Desafios estratégicos de pré-campanha — Pré-campanha e Planejamento
Desafios estratégicos de pré-campanha: como transformar a matriz SWOT em lista operacional de 4 a 8 problemas a serem resolvidos pela comunicação. - Cronograma de pré-campanha — Pré-campanha e Planejamento
Cronograma de pré-campanha: organização temporal do trabalho entre 12, 6 e 3 meses da eleição. Marcos, entregas e a janela legal do TSE. - Coordenador único de comunicação — Pré-campanha e Planejamento
Coordenador único de comunicação: por que duas lideranças na mesma área quebram a campanha. Organograma, autoridade e estrutura de decisão rápida. - Case: Rodrigo Pinheiro — Caruaru 2024 — Cases
Case Rodrigo Pinheiro Caruaru 2024: reeleição pela identidade cultural do agreste. Narrativa positiva contra polarização e vitória no 1º turno com 52,68%. - Case: Paulo Sérgio — Uberlândia 2024 — Cases
Case Paulo Sérgio Uberlândia 2024: de 60% de desconhecimento à vitória no 1º turno com 52,6%. Diagnóstico, fases, treinamento e disciplina do candidato. - Case: Marcos Rocha — Rondônia 2022 — Cases
Case Marcos Rocha Rondônia 2022: reeleição para governo sob confusão nominal e mimetismo. Número 44 como âncora, integração digital-rua e autenticidade. - Case: Marcelo Crivella — Rio de Janeiro 2016 — Cases
Case Crivella Rio 2016: candidato de segmento evangélico venceu com 59,36% no 2º turno. Estratégia transmídia, comício na Cinelândia e mobilização digital. - Case: David Almeida — Manaus 2024 — Cases
Case David Almeida Manaus 2024: reeleição em cidade de alternância histórica. Diagnóstico, estratégia, execução digital, resultado 54,59% e lições finais. - Case: Arthur Henrique — Boa Vista 2020 — Cases
Case Arthur Henrique Boa Vista 2020: sucessão de Teresa Surita em 11 candidatos, 52s de TV contra 9min. Supremacia digital e vitória com 85,36% no 2º turno. - TV por assinatura em campanha eleitoral — Mídia Tradicional e Debates
GloboNews, CNN Brasil, Band News. Audiência menor, formadora de opinião. Jornalismo opinativo e estratégia para aparição em canal de notícia por assinatura. - Testemunhal e depoimento em campanha — Mídia Tradicional e Debates
Depoimento de eleitor comum, celebridade ou especialista como peça de endosso. Autenticidade, risco de artificialidade e como produzir testemunhal que convence. - Rádio AM e FM em campanha — Mídia Tradicional e Debates
Rádio ainda pesa no interior e nas classes C e D. Programa matinal, spot, audiência local. Como planejar frequência e relação com comunicador de rádio. - Propaganda negativa e contraste — Mídia Tradicional e Debates
Diferença entre ataque pessoal e contraste programático. Riscos e limites. Boas práticas para calibrar peça adversarial sem gerar rejeição no eleitor alvo. - Propaganda eleitoral na internet — Mídia Tradicional e Debates
Regras do TSE sobre propaganda digital em campanha. Impulsionamento permitido, desinformação vedada, rótulo obrigatório. O que muda a cada ciclo eleitoral. - Podcast político em campanha — Mídia Tradicional e Debates
Podcast político em campanha: formato longo, aparição do candidato, tipos de programa, preparação e riscos. Como usar e por que reutilizar o material. - Peça de encerramento do HEG — Mídia Tradicional e Debates
Último programa do Horário Eleitoral Gratuito fecha a narrativa e mobiliza o indeciso. Fechamento emocional, síntese narrativa e pedido de voto final. - Entrevista coletiva em crise — Mídia Tradicional e Debates
Coletiva de imprensa em crise tem regras próprias. Quando enfrentar, como preparar mensagem-âncora, o que dizer e não dizer. Protocolo de gestão de crise. - Debate presidencial — Mídia Tradicional e Debates
Formato nacional com audiência de milhões e peso histórico. Decisões de participação, preparação específica e o papel do debate presidencial no ciclo. - Debate municipal e estadual — Mídia Tradicional e Debates
Debate em escala municipal e estadual tem dinâmica própria. TV local, rádio regional e adversários com proximidade. Estratégia, risco e oportunidade do formato. - Debate digital — Mídia Tradicional e Debates
Debate em YouTube, ao vivo, transmissão e podcast. Formato emergente pós-2020 com dinâmicas próprias. Alcance jovem, duração flexível e interação em tempo real. - Coluna opinativa do candidato — Mídia Tradicional e Debates
Coluna assinada em jornal ou portal constrói autoridade em tema. Como se conquista, como se sustenta, como vira patrimônio reputacional para candidato. - Coletiva de imprensa em campanha — Mídia Tradicional e Debates
Coletiva com imprensa é formato controlável mas de alto risco. Quando convocar, como preparar, como conduzir perguntas e o que não fazer na campanha. - Cobertura internacional em campanha — Mídia Tradicional e Debates
Imprensa estrangeira cobre campanha brasileira em eleições-chave. RTP, Observador, Financial Times, WSJ. Como se relaciona com imprensa internacional profissionalmente. - Abertura de bloco do HEG — Mídia Tradicional e Debates
O primeiro bloco do Horário Eleitoral Gratuito ancora a percepção do candidato. Função de esquenta, apresentação da linha narrativa e risco de erro inicial. - Voto religioso no Brasil — Comportamento do Eleitor
Religião molda voto no Brasil. Evangélicos, católicos, afro-religiosos, sem religião. O caso Crivella e a autenticidade como condição inegociável do método. - Voto feminino no Brasil — Comportamento do Eleitor
Eleitoras são maioria do eleitorado brasileiro. Pautas, linguagem e candidatas mulheres. Diferenciais e armadilhas de comunicação com público feminino. - Segmentação regional e territorial — Comportamento do Eleitor
Território molda voto. Bairro, zona, interior, capital, rural. Arquétipo cultural regional e segmentação territorial na campanha. David Almeida e 126 peças. - Segmentação por idade e geração — Comportamento do Eleitor
Idade e geração moldam voto. Jovem, adulto, idoso. Memória política, canais, linguagem e agenda por coorte. Aplicação prática em campanha profissional. - Segmentação por classe social — Comportamento do Eleitor
Classe social molda comportamento de voto. A, B, C, D, E no Brasil. O erro do 'povão' genérico e o conceito relativo de pobre. Base empírica para campanha. - Emoção e razão na decisão do voto — Comportamento do Eleitor
Emoção puxa, razão sustenta. A lógica real da decisão eleitoral. Citação 'o eleitor não é racional' e aplicação em estratégia de campanha profissional. - Ancoragem e efeito de primazia na decisão eleitoral — Comportamento do Eleitor
Primeira impressão cria âncora difícil de mover. Vieses cognitivos aplicados à decisão de voto. Como a primazia define trajetória da campanha e dita o ritmo. - Resolução 23.755/2024 — Legislação Eleitoral
Resolução 23.755/2024 do TSE regulamenta uso de IA em propaganda eleitoral, exige rótulo em conteúdo sintético e proíbe deepfake. Risco alto de cassação. - Representação eleitoral — Legislação Eleitoral
Representação eleitoral é ação na Justiça Eleitoral para apurar irregularidade em campanha. Rito célere, legitimados definidos em lei. Arma recorrente. - Propaganda eleitoral antecipada — Legislação Eleitoral
Propaganda antecipada é feita antes do início oficial (16 de agosto). Gera multa de R$ 5 mil a R$ 25 mil. Marcador principal é o pedido explícito de voto. - Prestação de contas eleitoral — Legislação Eleitoral
Prestação de contas eleitoral é a apresentação à Justiça Eleitoral de arrecadação e gastos de campanha. Rejeição grave gera inelegibilidade por 8 anos. - Lei da Ficha Limpa — Legislação Eleitoral
Lei da Ficha Limpa (LC 135/2010) ampliou inelegibilidades e torna inelegível por 8 anos quem foi condenado por órgão colegiado em hipóteses específicas. - Lei das Eleições — Legislação Eleitoral
Lei das Eleições (9.504/1997) organiza candidatura, campanha, propaganda, financiamento e prestação de contas. É o tronco jurídico da disputa eleitoral. - Direito de resposta — Legislação Eleitoral
Direito de resposta eleitoral garante que o candidato ofendido ou mal-informado em propaganda responda em espaço equivalente, no mesmo veículo e em prazo curto. - Desincompatibilização — Legislação Eleitoral
Desincompatibilização é o afastamento prévio de cargo público exigido pela LC 64/90 para que a pessoa possa concorrer. Prazos variam conforme cargo e pleito. - Condutas vedadas a agentes públicos — Legislação Eleitoral
Art. 73 da Lei 9.504 enumera condutas vedadas em ano eleitoral a gestor público: nomeação, inauguração, publicidade institucional e uso de bem público. - Compra de voto — Legislação Eleitoral
Compra de voto (art. 41-A da Lei 9.504) é doar, oferecer ou prometer bem em troca de voto ou apoio. Gera cassação, multa e inelegibilidade por 8 anos. - Abuso de poder político — Legislação Eleitoral
Abuso de poder político é uso indevido de estrutura, cargo ou autoridade pública para beneficiar candidatura. Gera cassação, multa e inelegibilidade por 8 anos. - Abuso de poder econômico — Legislação Eleitoral
Abuso de poder econômico é uso de recurso financeiro capaz de desequilibrar a disputa. Pode gerar cassação, multa e inelegibilidade por 8 anos ao candidato. - Sinto muito em vez de peço desculpas — Reputação, Ataque e Crise
Em crise política, dizer sinto muito expressa empatia sem admitir culpa. Peço desculpas é admissão formal e tem custo jurídico e narrativo diferente. - Protocolo de resposta a boato — Reputação, Ataque e Crise
Protocolo de resposta a boato em campanha eleitoral tem monitoramento 24h, respostas padrão, militância treinada e janela de 1 a 2 horas para acionamento. - Não responder ataque pessoalmente — Reputação, Ataque e Crise
Em campanha majoritária, candidato não responde ataque pessoalmente. Delegação a escalão menor mantém a posição de poder e não promove o atacante. - Não explorar tragédia — Reputação, Ataque e Crise
Tragédia não é palco eleitoral. Exploração política de luto, catástrofe ou crise humanitária gera rejeição duradoura e dano reputacional irreparável. - Monitoramento de redes para crise — Reputação, Ataque e Crise
Monitoramento de redes para crise detecta boato em formação, mede disseminação e informa a decisão sobre quando e como responder em campanha eleitoral. - Mapeamento de vulnerabilidades da gestão — Reputação, Ataque e Crise
Mapeamento de vulnerabilidades da gestão identifica áreas fracas antes da oposição explorar e prepara narrativa defensiva para reeleição de prefeitos e governadores. - Mapeamento de dores do eleitor — Pesquisa e Inteligência
Mapeamento de dores do eleitor: método sistemático de identificação dos problemas reais enfrentados pela população como base para construir mensagens que ressoam. - Gestão de crise eleitoral — Reputação, Ataque e Crise
Gestão de crise eleitoral é a resposta coordenada a evento que ameaça reputação da candidatura. Plano prévio, equipe definida, protocolo e tom calibrado. - Desmentida por ligação automatizada — Reputação, Ataque e Crise
Desmentida por ligação automatizada usa voz do candidato gravada ou clonada para disparar resposta a boato para 10 mil contatos em 3 horas, dentro da regra. - Combate a desinformação em campanha — Reputação, Ataque e Crise
Combate a desinformação em campanha eleitoral usa impulsionamento segmentado, ligação automatizada e desmentida em território próprio para cortar a desinformação. - Princípios do ataque adversarial — Reputação, Ataque e Crise
Princípios do ataque adversarial em campanha: base factual, linha narrativa própria, proporção e calibragem de escalão. Como atacar sem ser derrubado. - Registro de candidatura — Legislação Eleitoral
Registro de candidatura no Brasil: requisitos, DRAP, DOC, prazos, impugnação. Como funciona o procedimento que torna alguém apto a disputar eleição. - Fundo Eleitoral (FEFC) — Estrutura e Gestão
Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) é o principal recurso público para campanhas no Brasil. Criado em 2017, distribuído pelo TSE via partidos. - Advogado eleitoral — Estrutura e Gestão
Advogado eleitoral atua na prevenção, defesa e representação em Justiça Eleitoral. Presença obrigatória em campanha profissional. Custo evita passivo bem maior. - WhatsApp em campanha eleitoral — Conteúdo, Canais e Redes
WhatsApp em campanha eleitoral exige estrutura diferente de outras redes. Grupos, listas, números separados, base própria. Como operar sem queimar a campanha. - Stories para engajamento político — Conteúdo, Canais e Redes
Stories para engajamento político usa quiz, caixa de perguntas e enquete para esquentar tema antes do conteúdo principal. Formato efêmero de interação. - Reels em campanha política — Conteúdo, Canais e Redes
Reels em campanha política privilegia os 3 primeiros segundos, formato vertical e ritmo alto. Como estruturar vídeo curto que gera alcance e conversão. - Lista de transmissão no WhatsApp — Conteúdo, Canais e Redes
Lista de transmissão no WhatsApp envia mensagem um-para-muitos em campanha. Exige contato salvo, segmentação e separação do canal de mobilização. - Inteligência artificial em campanha eleitoral — Canais e Produção
IA mudou produção de conteúdo, análise de adversário e indexação para busca em campanha. Oportunidade para quem usa. Regulada pela Resolução 23.755/2024. - IA para análise de adversário — Conteúdo, Canais e Redes
IA para análise de adversário cruza discursos, entrevistas e plano de governo para detectar contradições em horas. Método completo aplicado em 2024. - Grupo de WhatsApp para mobilização — Conteúdo, Canais e Redes
Grupo de WhatsApp para mobilização funciona com 8–30 pessoas, hierarquia de coordenação e objetivo claro. Por que grupo grande não mobiliza. - Efeito cascata de conteúdo — Conteúdo, Canais e Redes
Efeito cascata de conteúdo transforma um tema em múltiplas peças adaptadas por plataforma — release, carrossel, Stories, Reels, YouTube — sem retrabalho. - Diversidade de formatos no impulsionamento — Conteúdo, Canais e Redes
Diversidade de formatos no impulsionamento usa carrossel, vídeo, Reels e Stories para impactar a mesma pessoa várias vezes sem virar repetição cansativa. - Carrossel no Instagram político — Conteúdo, Canais e Redes
Carrossel no Instagram político educa, prende atenção e converte quando segue a lógica problema-solução em 8-10 cards. Como estruturar e quando usar. - Base própria de contatos — Conteúdo, Canais e Redes
Base própria de contatos é o ativo mais subestimado da campanha: SMS, carta, telefonema e WhatsApp em estrutura qualificada que não depende de plataforma única. - Agilidade digital em campanha — Conteúdo, Canais e Redes
Agilidade digital em campanha permite produzir, aprovar e publicar em horas, não dias. Como estruturar equipe, fluxo e reserva orçamentária para resposta rápida. - Pré-campanha propriamente dita — Pré-campanha e Planejamento
Pré-campanha propriamente dita é a segunda etapa da pré-campanha eleitoral, que vai de maio até as convenções partidárias, dedicada a ampliar conhecimento de nome, melhorar agenda e preparar a candidatura para o registro. - Três públicos do impulsionamento — Canais e Produção
Três públicos do impulsionamento é a segmentação do investimento em mídia paga em três blocos, alinhados às três etapas do funil de conversão: público abrangente no topo, público de consideração no meio e público de conversão no fundo. - Teto de voto — Pesquisa e Inteligência
Teto de voto é o percentual máximo estimado que um candidato pode alcançar dadas suas características, rejeição acumulada e condições da disputa em curso. - Teste AB em pesquisa qualitativa — Pesquisa e Inteligência
Teste AB em pesquisa qualitativa é o protocolo que compara duas versões de uma mensagem em grupos pares, para validar qual gera melhor reação antes de ir ao ar em escala. - Segmentação de mailing por intenção de voto — Pesquisa e Inteligência
Segmentação de mailing por intenção de voto é a separação da base de contatos em grupos conforme declaração de apoio, permitindo envio de conteúdo específico e mais eficaz a cada segmento. - Rejeição segmentada — Pesquisa e Inteligência
Rejeição segmentada: não basta saber quanto você é rejeitado. É preciso saber para onde o voto de quem rejeita vai migrar. Método e exemplos concretos. - Planejamento de mídia integrado — Canais e Produção
Planejamento de mídia integrado é o processo que coordena diagnóstico, planejamento e produção entre canais digitais e tradicionais, otimizando investimento e reforço de mensagem ao longo do ciclo. - Planejamento de agenda estratégica — Estrutura e Gestão
Planejamento de agenda estratégica é a organização das atividades do candidato priorizando visitas, reuniões e eventos conforme público-alvo, território e linha narrativa da campanha. - Narrativa política — Estratégia e Narrativa
Narrativa política é a história estruturada que organiza sentido sobre candidato, cenário e disputa, convertendo fatos dispersos em enredo coerente capaz de conquistar e conduzir a atenção do eleitor. - Juízo de valor — Fundamentos e Teoria
Juízo de valor é o conceito que, no marketing político, designa a posição mental que o eleitor forma sobre um candidato, uma instituição ou uma ideia em disputa. É o resultado final do trabalho de comunicação política, e é também o... - Impedimentos legais para impulsionamento na pré-campanha — Estrutura e Gestão
Impedimentos legais para impulsionamento na pré-campanha são as restrições previstas na legislação eleitoral sobre quem pode pagar, o que pode ser dito e como deve ser registrado o gasto. - Grupo focal — Pesquisa e Inteligência
Grupo focal é a reunião estruturada de seis a dez eleitores com moderador profissional, usada para captar percepções, linguagem e validar mensagens em pesquisa qualitativa. - Funil de conversão para impulsionamento político — Canais e Produção
Funil de conversão para impulsionamento político é a estruturação do investimento em mídia paga em três etapas sequenciais — reconhecimento, consideração e conversão — para otimizar alcance e retenção. - Federação partidária — Estrutura e Gestão
Federação partidária é a união formal de dois ou mais partidos por período mínimo de quatro anos, com atuação unificada em todas as eleições e no Parlamento, criada pela legislação brasileira em 2021. - Evento de capacitação — Mobilização e Operação
Evento de capacitação é a atividade promovida pelo pré-candidato ou mandatário para formar apoiadores, multiplicar temas e comunicar perspectiva de poder, reforçando reputação e profissionalismo da campanha. - Estrutura de coordenação digital — Estrutura e Gestão
Estrutura de coordenação digital é a organização da equipe responsável pela comunicação digital de uma campanha, com estratégia, coordenação, gerência de projeto e núcleos especializados. - Entrevista diamante — Canais e Produção
Entrevista diamante é a gravação produzida em estúdio, com roteiro prévio e alta qualidade técnica, para gerar material audiovisual fragmentado em múltiplos canais de campanha. - Debate eleitoral — Mídia Tradicional e Debates
Debate é confronto ao vivo entre candidatos. Alta audiência, risco proporcional. O que se ganha, o que se perde e como a campanha profissional se prepara. - Carta personalizada pós porta a porta — Mobilização e Operação
Carta personalizada pós porta a porta é o envio de carta customizada ao eleitor visitado em campanha, usando dados coletados na visita para reforçar a mensagem e o vínculo direto. - Campanha profissional — Estrutura e Gestão
Campanha profissional é o modelo de campanha eleitoral baseado em método, diagnóstico, planejamento e coesão de comunicação, em oposição à campanha caótica, improvisada ou amadora. - Base de dados em campanha — Pesquisa e Inteligência
Base de dados em campanha é o conjunto organizado de informações sobre eleitores, apoiadores, doadores e contatos, que sustenta segmentação, ativação e mobilização. - Vínculo e confiança — Estratégia e Narrativa
Vínculo e confiança é a relação construída ao longo do tempo entre candidato e eleitor, apoiador ou financiador, que sustenta apoio político e financeiro de forma durável. - Superbiografia — Pesquisa e Inteligência
Superbiografia é o documento detalhado sobre o candidato, produzido para uso interno da equipe, contendo perfil completo, pontos sensíveis, realizações principais e opiniões pessoais. - Preditor de voto — Pesquisa e Inteligência
Preditor de voto é o indicador que mostra evolução ou declínio na percepção do eleitor sobre candidato, mandato ou cenário, funcionando como bússola para ajuste de comunicação. - Posicionamento — Estratégia e Narrativa
Posicionamento é o lugar estratégico que o candidato ocupa no imaginário do eleitor frente a concorrentes e em relação às pautas em disputa no ciclo eleitoral. - Porta a porta — Mobilização e Operação
Porta a porta é a estratégia de visitas domiciliares estruturadas em campanha eleitoral, feita para entrega de conteúdo, coleta de dados e construção de vínculo direto com o eleitor. - Pesquisa quantitativa eleitoral — Pesquisa e Inteligência
Pesquisa quantitativa eleitoral: intenção de voto, rejeição, prioridades. Como interpretar tendência, preditores e evitar o erro do número absoluto. - Pesquisa qualitativa em marketing político — Pesquisa e Inteligência
Pesquisa qualitativa eleitoral: como usar grupos focais e entrevistas para validar mensagens, entender o eleitor e economizar dinheiro em campanha. - Organograma de campanha — Estrutura e Gestão
Organograma de campanha é a estrutura organizacional formal que define núcleo duro, coordenador geral e coordenações política, administrativa e de comunicação. - Mobilização — Mobilização e Operação
Mobilização é a ação de transformar apoio declarado em participação ativa de eleitores, embaixadores e militância, indispensável em campanhas com restrições no impulsionamento. - Media training — Estrutura e Gestão
Media training é o treinamento estruturado do candidato para atuação com imprensa, câmera e microfone, em que se prepara resposta, postura, economia de fala e gestão de pressão. - Matriz SWOT — Pesquisa e Inteligência
Matriz SWOT é a ferramenta que organiza informações de diagnóstico em quatro quadrantes — forças, fraquezas, oportunidades e ameaças — para orientar planejamento eleitoral. - Lógica do voto — Estratégia e Narrativa
Lógica do voto é o mecanismo de decisão pelo qual o eleitor escolhe candidato, oscilando entre representação e pragmatismo, identidade e cálculo, afeto e avaliação. - Impulsionamento em mídia paga — Canais e Produção
Impulsionamento em mídia paga é o pagamento a plataformas digitais para ampliar alcance de conteúdo eleitoral a públicos que não seguem o candidato nem estão em sua base de dados. - Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral — Canais e Produção
Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE) é o espaço em rádio e televisão cedido gratuitamente por emissoras durante o período eleitoral, distribuído entre partidos e coligações. - Entrevista de profundidade — Pesquisa e Inteligência
Entrevista de profundidade é a ferramenta estratégica que mapeia biografia, motivações, vulnerabilidades e ativos simbólicos do candidato para fundamentar a linha narrativa. - Convenção partidária — Estrutura e Gestão
Convenção partidária é o ato formal em que partidos políticos deliberam sobre candidaturas, coligações e programa, cumprindo requisito legal para registro de candidaturas. - Coligação eleitoral — Estrutura e Gestão
Coligação eleitoral é a aliança formal entre partidos políticos para disputa de cargos majoritários, com efeito sobre tempo de propaganda, composição de chapa e distribuição de recursos. - Cabo eleitoral — Mobilização e Operação
Cabo eleitoral em campanha: função, tipos, regras legais sobre contratação e pagamento, gestão, limites. O operador de rua regulamentado da eleição. - Arquétipo cultural — Estratégia e Narrativa
Arquétipo cultural é a formação histórica e cultural de uma região ou grupo social que determina como as pessoas pensam, valorizam e se comunicam. - Transição — Pré-campanha e Planejamento
Transição é a terceira etapa da pré-campanha eleitoral, entre as convenções partidárias e o início oficial da campanha, em que se consolida a estrutura e se faz a passagem para a disputa formal. - Pré-campanha — Pré-campanha e Planejamento
Pré-campanha é a janela antes do período oficial em que se constrói reputação, base de contatos e estrutura. Dividida em três etapas operacionais distintas. - Linha narrativa — Estratégia e Narrativa
Linha narrativa é o eixo estratégico de uma candidatura ou mandato, que organiza e dá coerência a todas as peças de comunicação política ao longo do ciclo. - Diagnóstico — Pesquisa e Inteligência
Diagnóstico é o processo de análise do cenário eleitoral, do candidato, do adversário e do eleitor, que fundamenta toda decisão estratégica da pré-campanha e da campanha. - Ativação — Mobilização e Operação
Ativação é a fase da campanha eleitoral oficial, iniciada com o começo formal da campanha, em que se entrega conteúdo de forma concentrada ao eleitor por todos os canais disponíveis. - Arquétipo de candidato — Estratégia e Narrativa
Arquétipo de candidato é o perfil estratégico que organiza, no imaginário do eleitor, a lógica de voto em um determinado postulante, em função de sua biografia, sua oferta e seu contexto. - Aquecimento — Pré-campanha e Planejamento
Aquecimento é a primeira das três etapas da pré-campanha eleitoral, dedicada à criação, consolidação e ampliação da reputação do candidato antes do ciclo formal. - Marketing político — Fundamentos e Teoria
Marketing político: processo para influenciar opinião pública sobre fatos, personalidades e instituições. Definição, escopo, modalidades e diferenças do comercial.