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Case: Rodrigo Pinheiro — Caruaru 2024

Do Editorial AVM, a enciclopédia livre do marketing político brasileiro.

Rodrigo Pinheiro — Caruaru 2024 é o case de reeleição do prefeito do agreste pernambucano, conduzido pela equipe de Marcelo Vitorino. Foi vitória em primeiro turno com 52,68% dos votos válidos (102.198 votos), derrotando o ex-prefeito Zé Queiroz, que acumulava quatro mandatos e contava com apoio de João Campos), liderança estadual em ascensão. O case foi premiado no Polaris Awards 2025 em Londres.

É referência em três aspectos complementares: estratégia baseada em arquétipo cultural regional, disciplina de tom positivo em cenário de polarização nacional e transformação de vice em liderança autônoma.

O ponto de partida: sucessor que virou liderança

A trajetória de Rodrigo Pinheiro em Caruaru passa pela influência do pai, "Seu Pinheirão", figura de relevância local, e da mãe, Dona Mércia. A carreira profissional começou no setor empresarial, gerenciando negócios da família. A transição para a vida pública veio em 2016, ao aceitar convite de Raquel Lyra para compor chapa como vice-prefeito. Com a saída de Lyra para disputar o governo do estado em 2022, Rodrigo — já conhecido na cidade como "Prefeitão" — assumiu a prefeitura.

A campanha de reeleição em 2024 foi, portanto, ponto de inflexão. Não bastava dar continuidade a uma gestão bem avaliada; era preciso consolidar a imagem de líder político autônomo, e não apenas sucessor natural. O desafio estava claro: desassociar entregas da gestão do legado de Raquel Lyra.

Diagnóstico: três desafios centrais

Reconhecimento pessoal. A trajetória de empresário gerava, em parte do eleitorado, percepção de distanciamento. Era imperativo humanizar a imagem e demonstrar autonomia como líder.

Narrativas da oposição. Adversários trabalhavam ativamente para construir imagem negativa, com apelidos como "prefeito das multas" e "prefeito festeiro". Essas narrativas buscavam reforçar percepção de gestor desconectado das necessidades cotidianas.

Polarização eleitoral. A disputa foi rapidamente enquadrada como embate direto entre Rodrigo e Zé Queiroz, intensificada pelo apoio de forças políticas externas ao adversário. Em ambiente polarizado, narrativa rasa tende a se radicalizar por inércia.

A compreensão profunda desses desafios foi o alicerce para desenvolver estratégia de comunicação que se conectasse genuinamente com a identidade do eleitorado caruaruense.

O arquétipo cultural como eixo estratégico

O eleitor de Caruaru se encaixa no que foi definido como arquétipo de vanguarda. O perfil é caracterizado por forte orgulho local, simbolizado por expressões como "Caruaru, meu país", que denotam profundo senso de pertencimento. Autonomia, capacidade de trabalho e conexão visceral com raízes culturais — artesanato de barro, pujante indústria têxtil e, sobretudo, o forró — são traços marcantes.

A campanha usou esse entendimento como eixo estratégico central. Em vez de ser apenas prestação de contas administrativa, a comunicação foi desenhada para celebrar a essência da cidade, posicionando a gestão de Rodrigo como expressão contemporânea dos valores de tradição, trabalho e inovação que definem o caruaruense.

Essa inversão é importante. Campanhas anteriores no agreste nordestino frequentemente subestimavam o fator identidade, tratando Caruaru como "mais uma cidade do interior". O eleitor percebe o desrespeito, mesmo sem verbalizar. A estratégia Vitorino abraçou a identidade em vez de apagá-la.

A arquitetura da mensagem

A mensagem-alvo: Rodrigo Pinheiro é o nome certo para Caruaru continuar se desenvolvendo, dando continuidade ao que foi planejado nos últimos anos, garantindo que novos projetos alcancem todos os cantos da cidade.

A mensagem secundária: Caruaru não pode perder tempo. É preciso manter o desenvolvimento no rumo certo.

O arco narrativo posicionou os últimos sete anos como a "primeira fase" de um projeto de desenvolvimento bem-sucedido, do qual Rodrigo era peça-chave desde o início. A narrativa fundiu tradição e inovação, apresentando-o como candidato com a experiência, o preparo e a visão necessários para liderar o "novo ciclo de crescimento". O contraste com a oposição ficou nítido: Queiroz representava retorno ao passado; Rodrigo, futuro construído sobre base conhecida.

Execução em quatro fases

A campanha foi estruturada em fases sequenciais para guiar a jornada de decisão do eleitor.

Fase 1 — Aquecimento. Mobilizar base mais engajada e apresentar Rodrigo como protagonista do pleito. Estabelecer autonomia em relação a Raquel Lyra e definir os termos do debate antes que a oposição o fizesse.

Fase 2 — Sensibilização. Conexão emocional e abertura do eleitor. Humanizar o candidato e conectá-lo à identidade local. Depoimentos pessoais, homenagem ao pai no Dia dos Pais, ligações telefônicas, vídeos para WhatsApp. Uso de cordel para narrar a trajetória do candidato e da cidade, reforçando identidade cultural. Caminhadas e eventos de rua como prova social visível.

Fase 3 — Motivação. Elementos racionais para justificar a escolha. Tradução de entregas da gestão em benefícios concretos. Propostas segmentadas por região e tema. Validação via processo participativo de escuta ativa. Conteúdos criativos: o Minicast (entrevista conduzida por uma criança) respondia diretamente ao desafio do distanciamento, humanizando o prefeito e enquadrando a agenda no futuro. O Jogo da Memória combatia desinformação com leveza.

Fase 4 — Mobilização. Últimas duas semanas, tom direto e assertivo. Reforço de mensagem via jingles (como a "Música de repente") e conteúdos emocionais como o vídeo "Tô fechado com Rodrigo". Marcação intensiva de número. Combate a desinformação. Narrativa de encerramento com a peça "Caruaru tem dois lados", contrastando passado e futuro.

Identidade visual e ações de rua

A identidade visual traduziu a mensagem em estética. Cores fortes e vibrantes. Uso de elementos que evocavam a cultura local — artesanato, forró, cordel. Equilíbrio entre tradição e inovação, comunicando visualmente o espírito da campanha.

A mobilização de rua cumpriu múltiplos objetivos simultaneamente. Reforçou a imagem de líder acessível, próximo, que gosta de contato direto — neutralizando ativamente a narrativa de distanciamento. Gerou conexão emocional via interação direta. Criou atmosfera contagiante que mobilizou base e demonstrou força política.

Gestão de crise sob polarização

A campanha enfrentou ataques e desinformação, incluindo acusação grave de violência doméstica, desmentida com veemência. A decisão estratégica: não responder com agressividade.

Essa disciplina foi crucial. Ao recusar a briga de lama, a campanha negou à oposição o oxigênio do ciclo de notícias negativo e manteve Rodrigo na posição de autoridade de prefeito, focado em governança e futuro — posição muito mais forte do que a de candidato em confronto. A postura reforçou a confiança do eleitorado e manteve o foco no desenvolvimento da cidade.

Manter disciplina de tom em polarização não é ingenuidade. É cálculo. A tentação de responder ataque por ataque é constante. A equipe precisou de treinamento específico para manter o tom mesmo sob pressão.

Resultado

Em 6 de outubro de 2024, Rodrigo Pinheiro foi reeleito em primeiro turno com 52,68% dos válidos e 102.198 votos. O resultado validou a estratégia em cidade com identidade cultural fortíssima e disputada contra adversário com histórico de quatro mandatos.

Lições do case

Três fatores críticos de sucesso consolidados.

Narrativa positiva como contraste estratégico. Em era de polarização intensa, o otimismo estratégico não é fraqueza — é ferramenta poderosa. O contraste nítido com a negatividade da oposição ofereceu ao eleitor indeciso uma visão voltada ao futuro para endossar, em vez de apenas uma personalidade para se opor.

Eficácia do planejamento fásico. Estrutura bem desenhada, executada em etapas claras e coordenadas, demonstra disciplina e permite que a comunicação amadureça com o nível de engajamento do eleitor. Mensagem certa no momento certo.

Conexão com a identidade local. A combinação de empatia, entrega de resultados tangíveis e profunda conexão com a cultura local foi a fórmula que superou o cenário desafiador. Autenticidade cultural como alicerce de todas as táticas.

Por que o case importa

Caruaru 2024 responde a perguntas práticas recorrentes no marketing político municipal brasileiro. Primeira: como fazer reeleição em cidade com identidade cultural forte sem parecer genérico? Segunda: como se diferenciar do legado do antecessor sem romper com ele? Terceira: como manter disciplina positiva contra adversário experiente em ambiente polarizado? A resposta demonstrada no case combina arquétipo cultural, faseamento narrativo e gestão disciplinada de crise. É leitura obrigatória para estrategistas que operam em cidades com forte personalidade regional — situação recorrente no interior do Brasil.

A lição operacional de fundo: identidade cultural não é enfeite estético. Quando lida corretamente, é motor estratégico central da campanha.

Perguntas-guia para aplicar o modelo de identidade cultural

Cinco perguntas estruturam a aplicação da lógica em cidade com forte personalidade regional.

Primeira, qual é o arquétipo cultural específico do eleitor desta cidade? A resposta não é "nordestino" genérico. Caruaru tem vanguarda; Recife tem corte; Fortaleza tem outro arquétipo. O nível de especificidade importa. Campanha que trata "Nordeste" como bloco homogêneo perde ressonância local.

Segunda, os adversários subestimam ou abraçam a identidade local? Se subestimam, há oportunidade de capturar o orgulho regional como ativo estratégico. Se abraçam, a diferenciação precisa vir por outro vetor (proposta, estilo de gestão, prova de resultado).

Terceira, em cenário polarizado, a narrativa positiva consegue ser sustentada sob ataque? Em Caruaru, a acusação grave (violência doméstica) testou a disciplina. A recusa a responder com agressividade foi decisão técnica difícil de manter, mas correta. Equipes amadoras cedem; a profissional segura.

Quarta, o sucessor tem autonomia narrativa em relação ao antecessor? Rodrigo precisou mostrar identidade própria sem romper com Raquel Lyra. O equilíbrio é fino: gratidão, aprendizado, diferenciação. O eleitor percebe excesso de dependência e falta de identidade.

Quinta, a identidade visual da campanha traduz a cultura local ou apenas alude a ela? Cores vibrantes, cordel, artesanato, forró — cada elemento tem que estar na peça porque foi testado, não porque parece bonito no documento de orientação. Identidade cosmética vira decoração; identidade testada vira argumento visual.

Conteúdo absorvido: Case: Rodrigo Pinheiro — Caruaru — 2024

A campanha de Rodrigo Pinheiro à reeleição da prefeitura de Caruaru em 2024 é um caso em que o arquétipo cultural do eleitor foi usado como eixo central da estratégia. Em uma cidade de identidade regional pronunciada, onde o orgulho local é parte indissociável do comportamento político, a campanha se construiu não sobre fórmulas genéricas de marketing municipal, mas sobre a celebração explícita do que Caruaru considera ser sua essência.

Rodrigo Pinheiro foi reeleito no primeiro turno de 6 de outubro de 2024 com 52,68% dos votos válidos, contra 34,15% de Zé Queiroz (PDT).

# Contexto

A campanha de 2024 foi construída sobre a base de uma vitória expressiva em 2020, quando a chapa com Raquel Lyra alcançou 66,86% dos votos. Porém o cenário se tornou consideravelmente mais complexo.

O principal adversário era Zé Queiroz (PDT), ex-prefeito com quatro mandatos prévios e reputação consolidada em parcela significativa do eleitorado. A candidatura de Queiroz foi fortalecida pelo apoio de João Campos), liderança estadual em ascensão no PSB, adicionando peso político considerável à chapa adversária.

Em paralelo, a governadora Raquel Lyra — de quem Rodrigo havia sido vice antes de assumir a prefeitura em 2022 — enfrentava avaliação desfavorável em nível estadual. Embora sua base em Caruaru permanecesse sólida, a transferência de capital político estadual era limitada.

# Diagnóstico

O diagnóstico identificou três desafios centrais.

Construção de reconhecimento pessoal. Era necessário desassociar as entregas da gestão do legado de Raquel Lyra. A trajetória de Rodrigo como empresário gerava, para parte do eleitorado, percepção de distanciamento. A campanha precisava humanizar sua imagem e demonstrar autonomia como líder político, não apenas sucessor.

Narrativas da oposição. Adversários trabalhavam ativamente apelidos negativos — "prefeito das multas" e "prefeito festeiro" —, buscando construir imagem de gestor desconectado das necessidades cotidianas.

Polarização eleitoral. A disputa foi rapidamente enquadrada como embate direto entre Rodrigo Pinheiro e Zé Queiroz, intensificada pelo apoio de forças políticas externas ao adversário.

# Estratégia central

O arquétipo cultural como eixo

O eleitor de Caruaru foi descrito no diagnóstico pelo "Arquétipo de Vanguarda" — perfil marcado por forte orgulho local, simbolizado em expressões como "Caruaru, meu país". A autonomia, a capacidade de trabalho e a conexão visceral com as raízes culturais — artesanato de barro, indústria têxtil, forró — são traços constitutivos da identidade caruaruense.

A campanha tomou esse entendimento como eixo estratégico central. Em vez de apresentar prestação de contas administrativa em tom genérico, a comunicação foi desenhada para celebrar a essência da cidade, posicionando a gestão como expressão contemporânea dos valores de tradição, trabalho e inovação que definem o eleitorado.

Essa decisão resolvia simultaneamente dois problemas do diagnóstico: desassociava o candidato da sombra da antecessora (ao vinculá-lo diretamente à cidade, não ao grupo político) e neutralizava os apelidos da oposição (porque a campanha ficava em plano simbólico superior ao debate das multas).

A alegria como tom

O segundo pilar estratégico foi a alegria como tom dominante. Em momento político nacional marcado por polarização e agressividade, a campanha escolheu caminho distinto. Não era ingenuidade — havia contraste com adversários quando necessário. Era recusa deliberada em transformar a campanha em ambiente tóxico.

Essa escolha exigia disciplina operacional. A tentação de responder ataques na mesma moeda é constante em campanha. A equipe precisou de treinamento específico para manter o tom mesmo sob pressão adversarial.

# Execução tática

Estética e linguagem ancoradas no local

Tudo na comunicação — estética visual, linguagem verbal, escolhas musicais, símbolos — reforçava pertencimento caruaruense. Não era um candidato que vinha "de fora" (mesmo sendo local). Era um candidato que encarnava o que Caruaru tinha de melhor.

Essa decisão é menos intuitiva do que parece. Campanhas em cidades com identidade regional forte frequentemente aplicam fórmulas genéricas de marketing municipal, tratando a cidade como mais uma entre muitas. O eleitor percebe — e rejeita. A opção de abraçar integralmente a identidade local foi o que construiu vínculo duradouro.

Contraste sem agressividade

O tratamento da oposição foi dado em registro distinto do tradicional. Quando os apelidos pejorativos eram acionados pelos adversários, a resposta vinha pela demonstração de realização — não pelo contraataque verbal. Quem enfrenta acusação de "prefeito festeiro" respondendo com agenda de trabalho muda o campo da disputa. A oposição passa a atacar conteúdo, enquanto a campanha dialoga com o eleitor sobre entregas.

Afirmação de identidade política própria

A reeleição foi tratada como ponto de inflexão para consolidar Rodrigo como líder político autônomo, não apenas como "candidato de Raquel Lyra". Isso foi feito gradualmente ao longo do ciclo, sem ruptura ostensiva — que teria alienado parte do eleitorado leal à antecessora — mas com afirmação cumulativa de decisões, estilo e presença pública próprias.

# Resultado

Rodrigo Pinheiro foi reeleito no primeiro turno de 6 de outubro de 2024 com 52,68% dos votos válidos. Zé Queiroz (PDT) terminou com 34,15%, e Fernando Rodolfo (PL) somou 8,93%.

Caruaru era a única cidade do Agreste de Pernambuco com possibilidade de segundo turno, por concentrar mais de 200 mil eleitores aptos. A disputa foi definida no primeiro turno — resultado expressivo, dado que o adversário reunia experiência de quatro mandatos e apoio estadual robusto.

A estratégia foi posteriormente reconhecida no Polaris Awards 2025, em Londres.

# Lições estratégicas

Identidade cultural não é cenografia, é eixo. Em cidades com identidade regional pronunciada, tratar a cultura local como moldura acessória desperdiça o principal ativo disponível. Abraçar a identidade como estratégia constrói vínculo que fórmula genérica não alcança.

Alegria é decisão estratégica, não estilo. Em ambiente polarizado, o tom agressivo se tornou ruído saturado. Recusar a polarização como tom — sem abrir mão de contraste quando necessário — abre espaço comunicacional que os adversários não disputam.

Disciplina da equipe preserva o tom. Manter alegria e serenidade sob ataque exige treinamento explícito. Sem preparação, a equipe responde na mesma moeda por reflexo, e a diferenciação se perde em um ou dois episódios.

Sucessor precisa construir identidade própria ao longo do ciclo. Sucessão bem-feita não é nem ruptura ostensiva nem submissão permanente à figura anterior. É afirmação cumulativa ao longo do tempo, no ritmo que o eleitorado consegue acompanhar.

Contraste pode ser feito pelo conteúdo, não pelo verbo. Responder acusação de "prefeito festeiro" com agenda de trabalho desloca o campo da disputa. A comunicação que mostra, em vez de afirmar, corrói acusação sem energizar o adversário.

A vitória em Caruaru demonstrou que, quando o arquétipo cultural do eleitor é lido corretamente e a escolha de tom é disciplinada, campanha de reeleição em cenário adverso encontra caminho de afirmação própria sem romper com a continuidade do legado.

Ver também

  • Case: David Almeida — Manaus 2024Case David Almeida Manaus 2024: reeleição em cidade de alternância histórica. Diagnóstico, estratégia, execução digital, resultado 54,59% e lições finais.
  • Case: Paulo Sérgio — Uberlândia 2024Case Paulo Sérgio Uberlândia 2024: de 60% de desconhecimento à vitória no 1º turno com 52,6%. Diagnóstico, fases, treinamento e disciplina do candidato.
  • Case: Marcos Rocha — Rondônia 2022Case Marcos Rocha Rondônia 2022: reeleição para governo sob confusão nominal e mimetismo. Número 44 como âncora, integração digital-rua e autenticidade.
  • Segmentação regional e territorialTerritório molda voto. Bairro, zona, interior, capital, rural. Arquétipo cultural regional e segmentação territorial na campanha. David Almeida e 126 peças.
  • Mapeamento de dores do eleitorMapeamento de dores do eleitor: método sistemático de identificação dos problemas reais enfrentados pela população como base para construir mensagens que ressoam.
  • Gestão de crise de imagem
  • Matriz SWOT em pré-campanhaMatriz SWOT em pré-campanha: método de organização da informação em forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. O norte correto e erros comuns.
  • Jingle políticoJingle é identidade sonora de campanha. Fixa nome, número e emoção. Versões para TV e rua. Casos David Almeida 'É David', Marcos Rocha, Uberlândia '11'.

Referências

  1. VITORINO, Marcelo. Case Rodrigo Pinheiro — Caruaru 2024. AVM (documento interno).
  2. Resultado oficial TSE — Eleições Municipais 2024, Caruaru.
  3. Polaris Awards 2025 — registro público de premiação.