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Mídia Tradicional e Debates

26 verbetes publicados

Horário eleitoral gratuito, programa de TV e rádio, debate, assessoria de imprensa e a operação em veículos tradicionais.

Verbetes publicados

  • Abertura de bloco do HEG — O primeiro bloco do Horário Eleitoral Gratuito ancora a percepção do candidato. Função de esquenta, apresentação da linha narrativa e risco de erro inicial.
  • Assessoria de imprensa em campanha — Assessoria profissional é a ponte entre a campanha e a imprensa. Organização, relação com jornalista, janela de oportunidade e gestão de crise em campanha.
  • Cobertura internacional em campanha — Imprensa estrangeira cobre campanha brasileira em eleições-chave. RTP, Observador, Financial Times, WSJ. Como se relaciona com imprensa internacional profissionalmente.
  • Coletiva de imprensa em campanha — Coletiva com imprensa é formato controlável mas de alto risco. Quando convocar, como preparar, como conduzir perguntas e o que não fazer na campanha.
  • Coluna opinativa do candidato — Coluna assinada em jornal ou portal constrói autoridade em tema. Como se conquista, como se sustenta, como vira patrimônio reputacional para candidato.
  • Debate digital — Debate em YouTube, ao vivo, transmissão e podcast. Formato emergente pós-2020 com dinâmicas próprias. Alcance jovem, duração flexível e interação em tempo real.
  • Debate eleitoral — Debate é confronto ao vivo entre candidatos. Alta audiência, risco proporcional. O que se ganha, o que se perde e como a campanha profissional se prepara.
  • Debate municipal e estadual — Debate em escala municipal e estadual tem dinâmica própria. TV local, rádio regional e adversários com proximidade. Estratégia, risco e oportunidade do formato.
  • Debate presidencial — Formato nacional com audiência de milhões e peso histórico. Decisões de participação, preparação específica e o papel do debate presidencial no ciclo.
  • Entrevista coletiva em crise — Coletiva de imprensa em crise tem regras próprias. Quando enfrentar, como preparar mensagem-âncora, o que dizer e não dizer. Protocolo de gestão de crise.
  • Entrevista em programa de rádio e TV — Entrevista em rádio e TV é canal crítico de mídia espontânea. Prepara-se com mensagens-âncora e antecipação de armadilhas. Método profissional aplicado.
  • Horário Eleitoral Gratuito (HEG) — HEG é a propaganda eleitoral em TV e rádio. Tempo dividido por coligação, blocos e inserções, regras rígidas. Ainda decide parcelas expressivas do eleitorado.
  • Inserções de 30 e 60 segundos — Inserção é peça curta de propaganda em TV e rádio. Formato de repetição e fixação. Formula, custo, produção e estratégia de uso em campanha brasileira.
  • Jingle político — Jingle é identidade sonora de campanha. Fixa nome, número e emoção. Versões para TV e rua. Casos David Almeida 'É David', Marcos Rocha, Uberlândia '11'.
  • Media training político — Media training político é o treinamento sistemático para que candidato, gestor público ou porta-voz performe bem em entrevista, debate, sabatina e crise. Trabalha postura, voz, gestualidade, técnica de mensagem-chave, gerência de pergunta hostil e ponte (bridge) para o discurso planejado.
  • Mídia espontânea — Mídia espontânea é cobertura jornalística não paga. Vale mais que propaganda quando bem conquistada. Como se gera, riscos e como integrar à estratégia.
  • Peça de encerramento do HEG — Último programa do Horário Eleitoral Gratuito fecha a narrativa e mobiliza o indeciso. Fechamento emocional, síntese narrativa e pedido de voto final.
  • Podcast político em campanha — Podcast político em campanha: formato longo, aparição do candidato, tipos de programa, preparação e riscos. Como usar e por que reutilizar o material.
  • Preparação para debate — Preparação é 80% do sucesso em debate. Simulação com cronômetro, blindagem psicológica, mensagens-âncora. Caso Paulo Sérgio Uberlândia 2024 como referência.
  • Propaganda eleitoral na internet — Regras do TSE sobre propaganda digital em campanha. Impulsionamento permitido, desinformação vedada, rótulo obrigatório. O que muda a cada ciclo eleitoral.
  • Propaganda negativa e contraste — Diferença entre ataque pessoal e contraste programático. Riscos e limites. Boas práticas para calibrar peça adversarial sem gerar rejeição no eleitor alvo.
  • Pós-debate — O debate não termina quando o estúdio apaga as luzes. Segue na repercussão digital, nos cortes, na narrativa do quem ganhou. Operação profissional desse tempo.
  • Rádio AM e FM em campanha — Rádio ainda pesa no interior e nas classes C e D. Programa matinal, spot, audiência local. Como planejar frequência e relação com comunicador de rádio.
  • Sabatina e entrevista aprofundada — Sabatina é formato longo de entrevista que expõe domínio real do candidato. Prepara-se diferente da entrevista curta. Casos brasileiros, armadilhas e método.
  • Testemunhal e depoimento em campanha — Depoimento de eleitor comum, celebridade ou especialista como peça de endosso. Autenticidade, risco de artificialidade e como produzir testemunhal que convence.
  • TV por assinatura em campanha eleitoral — GloboNews, CNN Brasil, Band News. Audiência menor, formadora de opinião. Jornalismo opinativo e estratégia para aparição em canal de notícia por assinatura.

Ver também