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Reputação, Ataque e Crise

29 verbetes publicados

Construção e defesa de reputação, ataque político, contra-ataque, gestão de crise e resposta à desinformação.

Verbetes publicados

  • Ataque político: tipologia — Tipologia do ataque político: frontal, lateral, comparativo, de terceiros, por insinuação. Quando usar cada formato e os limites éticos.
  • Combate a desinformação em campanha — Combate a desinformação em campanha eleitoral usa impulsionamento segmentado, ligação automatizada e desmentida em território próprio para cortar a desinformação.
  • Contra-ataque e resposta — Contra-ataque e resposta: quando responder, quando ignorar, como devolver. As regras táticas da defesa em campanha eleitoral.
  • Desinformação eleitoral — Desinformação eleitoral: desinformação organizada com intencionalidade política. Resposta sistêmica, defesa por reputação e o caso do deepfake.
  • Desmentida por ligação automatizada — Desmentida por ligação automatizada usa voz do candidato gravada ou clonada para disparar resposta a boato para 10 mil contatos em 3 horas, dentro da regra.
  • Dossiê adversarial — Dossiê adversarial é o documento que consolida, em campanha eleitoral, o mapeamento sistemático de pontos sensíveis, vulnerabilidades e ativos do candidato adversário. Espelha tecnicamente o que a auditoria reputacional faz para a...
  • Escândalo político — Escândalo político: anatomia, fases típicas, recuperação possível. Como distinguir escândalo de crise comum e como atravessá-lo.
  • Fact-checking e desmentido — Fact-checking e desmentido: como combater informação falsa em campanha sem amplificar a mentira. Método, agências e o efeito backfire.
  • Gestão da imagem pública — Gestão da imagem pública: manutenção contínua, monitoramento, ajuste de percepção. Como manter a imagem alinhada com a reputação que se quer construir.
  • Gestão de crise eleitoral — Gestão de crise eleitoral é a resposta coordenada a evento que ameaça reputação da candidatura. Plano prévio, equipe definida, protocolo e tom calibrado.
  • Imunização narrativa — Imunização narrativa é a técnica de antecipar ataque adversário com contra-enquadramento que circula publicamente antes do golpe, criando blindagem na percepção do eleitor por consistência de mensagem ao longo do tempo. O nome vem da...
  • Mapeamento de vulnerabilidades da gestão — Mapeamento de vulnerabilidades da gestão identifica áreas fracas antes da oposição explorar e prepara narrativa defensiva para reeleição de prefeitos e governadores.
  • Monitoramento de redes para crise — Monitoramento de redes para crise detecta boato em formação, mede disseminação e informa a decisão sobre quando e como responder em campanha eleitoral.
  • Monitoramento de redes pré-crise — Monitoramento de redes pré-crise é o sistema, no marketing político, de leitura contínua de redes sociais e mídia digital com alerta antecipado de tema sensível em ascensão antes de virar crise pública. A função do sistema é dar à...
  • Mário Rosa — Mário Rosa é jornalista brasileiro com formação na UnB e dois prêmios Esso, pioneiro do campo de gestão de crise reputacional no Brasil. Trabalhou para FHC, Lula, Renan Calheiros, Maluf, José Serra, JBS, CBF, OAS, Camargo Corrêa. Autor da quadrilogia que estabeleceu o vocabulário brasileiro da gestão de crise.
  • Não explorar tragédia — Tragédia não é palco eleitoral. Exploração política de luto, catástrofe ou crise humanitária gera rejeição duradoura e dano reputacional irreparável.
  • Não responder ataque pessoalmente — Em campanha majoritária, candidato não responde ataque pessoalmente. Delegação a escalão menor mantém a posição de poder e não promove o atacante.
  • Opo research — Opo research: pesquisa sistemática sobre adversários em campanha eleitoral. Como mapear vulnerabilidades, organizar dossiês, usar com método e ética.
  • Pedido de desculpas político — Pedido de desculpas político: quando cabe, como formular, riscos. Como reconhecer erro sem afundar a candidatura.
  • Princípios do ataque adversarial — Princípios do ataque adversarial em campanha: base factual, linha narrativa própria, proporção e calibragem de escalão. Como atacar sem ser derrubado.
  • Protocolo de resposta a boato — Protocolo de resposta a boato em campanha eleitoral tem monitoramento 24h, respostas padrão, militância treinada e janela de 1 a 2 horas para acionamento.
  • Recuperação reputacional — Recuperação reputacional: marcos do caminho de volta após crise grave, papel do tempo, ato concreto que reposiciona, paciência.
  • Reenquadramento narrativo em crise — Reenquadramento narrativo em crise antecipa o enquadramento do tema antes da oposição, transformando vulnerabilidade em ativo. Caso Uberlândia subsídio é exemplo clássico.
  • Rejeição eleitoral — Rejeição eleitoral: como nasce, como se mede, como se reduz. O eleitor que não votaria de jeito nenhum como variável central da campanha.
  • Reputação política — Reputação política: ativo central da carreira pública. Como se constrói, como se perde, e por que reputação consolidada barateia eleição.
  • Sinto muito em vez de peço desculpas — Em crise política, dizer sinto muito expressa empatia sem admitir culpa. Peço desculpas é admissão formal e tem custo jurídico e narrativo diferente.
  • Timing do ataque — Timing do ataque político: janelas, sequências, ritmo, quando atacar, quando recuar. O calendário tático em campanha eleitoral.
  • Vazamento coordenado — Vazamento coordenado é a técnica, no marketing político, de divulgação organizada de informação que se queira que circule, com timing, canal e enquadramento calibrados pela equipe da campanha ou do mandato. O termo cobre operação...
  • War room de crise — War room de crise: papéis, fluxo decisório, coordenação centralizada. A sala de crise como infraestrutura de resposta profissional.

Ver também